parto

Sinais de Fome dos Bebés

Sabe o que é ?

Os bebés não trazem manual de instruções, mas dão sinais quando estão com fome, sabia?

Estes sinais estão divididos normalmente em três estágios ou fases, nas quais se conseguem identificar:

  1. Primeiros sinais
    = “Estou com fome”: começa a mexer-se; abre a boca e inicia a procura;
  2. Sinais intermédios
    = “Realmente estou com fome”: aumenta o ritmo dos movimentos, estica-se e leva as mãos à boca;
  3. Sinais tardios
    = “Acalma-me e depois alimenta-me”; choro, movimentos corporais agitados, fica vermelho; nesta fase o bebé dificilmente aceita a mama, é necessário acalmá-lo e só depois oferecer a mama de novo.

Estes sinais de fome também estão presentes em bebés alimentados a biberão. 

Como acalmar o bebé:

  • Abraçá-lo
  • Embalá-lo
  • Colo em contato pele com pele
  • Acariciar
  • Falar calmamente

Baby´s Hunger Signs

What is this?

Babies don’t carry an instruction manual, but they do give signs when they are hungry, did you know?

These signals are usually divided into three stages or phases in which you can identify:

1. First signs = “I’m hungry”: starts moving; opens mouth and starts looking;

2. Intermediate signs = “I’m really hungry”: he increases the rhythm of his movements, stretches and brings his hands to his mouth;

3. Late signs = “Calm me down and then feed me”; crying, agitated body movements, turning red; in this phase the baby hardly accepts the breast, it is necessary to calm him and only then offer the breast again.

These hunger signs are also present in bottle-fed babies. 

How to calm the baby:

● Hug
● Lull
● Skin-to-skin contact
● Cuddle
● Talk soothingly

Sinais de Fome dos Bebés

Co-sleeping ou Alojamento Conjunto

O que é Co-sleeping?

Significa dormir com o bebé no quarto onde dorme a família. Existem variantes no modo de o fazer: 

  • desde dormir na mesma cama da família, 
  • até ter um berço desenhado especialmente para juntar à cama, 
  • ou dispor de um berço tradicional sem um dos lados e encostá-lo à cama.

Este é um tema controverso, pois existem variados estudos, alguns que consideram que existem inúmeros benefícios e outros pelo contrário que consideram que os riscos são muitos.

Alguns estudos feitos nesta área, revelam-nos que a prática de colocar os bebés sozinhos nas suas camas tem repercussões ao nível da vinculação e da segurança física. A partilha de cama facilita a alimentação do bebé, proporciona um aporte extra de contacto sensorial com a mãe, promove o desenvolvimento e a vinculação do bebé e previne o Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL).

Esta é uma prática milenar que tem vindo a aumentar nas sociedades ocidentais. Na realidade, a prática de manter os bebés a dormir sozinhos desde a altura do nascimento é bastante recente nas culturas ocidentais (desde o XVII), existindo relatos de culturas que continuam a praticar a partilha da cama até aos 6 anos de idade e a amamentação em horário livre. Co-sleeping é uma opção cultural de 90% da população mundial.

Vantagens práticas:

  • Menos cansaço da parte dos pais, pois o bebé esta logo ali;
  • Estimula o aleitamento materno, porque facilita dar de mamar durante a noite.
  • Reduz os episódios de apneia do sono, perigosos para o bebé.
  • Diminui o choro do bebé durante a noite e facilita o seu sono, evitando os despertares

Noturnos

  • Reduz o risco de morte súbita do recém-nascido.
  • Fortalece o vínculo afetivo entre os pais e o bebé, ao sincronizar os ciclos do sono.
  • Proporciona bem-estar e desenvolvimento neuronal ao bebé.

Normas de segurança:

Estas variam no caso de se partilhar cama ou apenas partilhar quarto:

• Não usar almofadas porque podem aumentar o risco de o bebé sufocar;

• O bebé deve ser deitado de costas, com os pés a tocar o fundo da cama;

• Proteger o berço / cama de modo a que o bebé não caia nem fique preso entre o colchão e a

parede;

• Nunca cobrir a cabeça do bebé (a roupa da cama deve ficar ao nível do tronco e bem presa e

esticada debaixo do colchão, se possível vestir bem o bebe e não usar mantas);

• A temperatura do quarto não precisa de ser muito elevada.

• Nunca deixar o bebé sozinho na cama caso exista o risco de se poder virar numa posição perigosa;

• Nunca partilhar a cama com um bebé / criança quando se é fumador, se está exausto ou se

sob o efeito de drogas ou álcool.

São as necessidades individuas de cada família que devem determinar a escolha em relação ao local onde o bebé vai dormir, sendo que cada decisão deverá ser respeitada.



Co-sleeping or Joint Housing

What is it?

It means sleeping with the baby in the room where the family sleeps. There are variations on how to do it: 

● from sleeping in the same bed as the family, 

● to having a specially designed crib to join the bed, 

● or having a traditional crib without one side and placing it against the bed.

This is a controversial subject, because there are many studies, some of which consider that there are many benefits and others that consider that there are many risks.

Some studies in this area show that the practice of placing babies alone in their beds has repercussions in terms of attachment and physical safety. Bed-sharing facilitates the baby’s feeding, provides an extra amount of sensory contact with the mother, promotes the baby’s development and attachment, and prevents Sudden Infant Death Syndrome (SIDS).

This is an age-old practice that has been increasing in Western societies. In fact, the practice of keeping babies sleeping alone from the time of birth is fairly recent in Western cultures (since the 17th), and there are reports of cultures that continue to practice bed-sharing until age 6 and breastfeeding on a free schedule. Co-sleeping is a cultural choice of 90% of the world’s population.

Practical advantages:

● Less fatigue on the parent’s part, as the baby is right there;

● Encourages breastfeeding, because it makes it easier to feed during the night.

● Reduces episodes of sleep apnea, which are dangerous for the baby.

It reduces the baby’s crying during the night and makes it easier for him to sleep, avoiding awakenings

nocturnal awakenings

● Reduces the risk of sudden infant death.

● Strengthens the affective bond between parents and baby by synchronizing sleep cycles.

● Provides baby with well-being and neuronal development.

Safety standards:

These vary in the case of sharing a bed or just sharing a room:

– Do not use pillows because they can increase the risk of the baby suffocating;

– The baby should be laid on his back, with his feet touching the bottom of the bed;

– Protect the crib/bed so that the baby does not fall or get stuck between the mattress and the wall

wall;

– Never cover the baby’s head (the bedclothes should be at the level of the torso and tucked under the mattress

stretched under the mattress, if possible dress the baby well and do not use blankets);

– The temperature of the room does not need to be very high.

– Never leave the baby alone in bed if there is a risk that he could turn over in a dangerous position;

Baby Led Weaning (BLW)

O que é o Baby Led Weaning?

Baby Led, significa guiada pelo bebé e Weaning significa desmamar, ou seja, o bebé mostra sinais de que está preparado para adicionar novos alimentos além do leite materno ou equivalente, dito de alguma forma, são os primeiros sinais de desmame de um bebé. 

Não significa que o bebé deve ser desmamado, muito pelo contrário, o leite materno deve ser o principal alimento dos bebés no seu primeiro ano de vida, mas mostra que se está a preparar para diversificar a sua alimentação.  Mesmo os bebés que não são amamentados beneficiam deste método, e neste caso o leite artificial deverá constituir a principal fonte de nutrientes no primeiro ano de vida.

O BLW incentiva a autonomia dos bebés durante as refeições.

O termo refere-se a uma alimentação sem a utilização de colheres ou papinhas, guiada pelo bebé. Mas é muito mais do que isso! É uma filosofia de vida, uma maneira de estar. Mais do que não oferecer comida em puré, o BLW pressupõe que as refeições sejam realizadas em família. Sem o “agora vou despachar o bebé para depois comermos nós”. A hora da refeição deve ser um momento de convívio, boa disposição, tranquilidade e comunicação em família.

 

No  BLW o bebé está sempre no controlo. A comida é-lhe oferecida e ele escolhe o que come. Os alimentos não lhe são colocados na boca nem nas mãos. As sopas em puré entram no BLW quando a criança tiver a capacidade de manusear a colher e dessa forma conseguir alimentar-se de forma autónoma.

Pontos-chave :

– Recomendado após os 6 meses de idade (ter em atenção a individualidade de cada bebé)

– A criança escolhe o que come e a quantidade que come;

– Os pais devem estar atentos aos sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos, o que geralmente pode acontecer entre os 6- 9 meses; 

Sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos: 

– O bebé consegue ficar sentado com apoio;

– O bebé consegue agarrar os alimentos, levá-los à boca e mastigar 

– Já desapareceu o reflexo de extrusão da língua



Baby Led Weaning (BLW)

What is it?

Baby Led, means that the baby leds the meal time and weaning means the baby shows signs that it is ready to add new foods other than breast milk or equivalent, said in some way, these are the first signs of weaning a baby. 

It does not mean that the baby should be weaned, quite the contrary, breast milk should be the main food of babies in their first year of life, but it does show that they are getting ready to diversify their diet.  Even babies who are not breastfed benefit from this method, in which case formula should be the main source of nutrients in the first year of life.

BLW encourages babies’ autonomy at mealtimes.

The term refers to feeding without the use of spoons or baby food, guided by the baby. But it is much more than that! It is a philosophy of life, a way of being. More than not offering pureed food, BLW assumes that meals are taken as a family. Without the “now I’m going to take care of the baby so we can eat later”. Mealtimes should be a time for socializing, good moods, calmness, and family communication.

In BLW, the baby is always in control. The food is offered to him and he chooses what he eats. Food is not put in his mouth or in his hands. Pureed soups come into BLW when the child is able to handle the spoon and is therefore able to eat independently.

Key points :

– Recommended after 6 months of age (be aware of the individuality of each baby)

– The child chooses what and how much to eat;

– Parents should watch for signs that baby is ready for the introduction of food, which can usually happen between 6- 9 months; 

Signs that baby is ready for the introduction of food: 

– Baby can sit up with support;

– He can hold food, put it in his mouth, and chew it. 

– The tongue extrusion reflex is gone

Relactação

O que é relactação?

É uma técnica utilizada na amamentação para estimular a produção de leite ou complementar a alimentação do bebé, quando, por algum motivo, a mãe não pode ou não consegue amamentar naturalmente.

A técnica é bem simples: uma sonda é acoplada a um recipiente que contenha leite – de preferência o materno, único alimento que deve ser oferecido às crianças até que completem 6 meses, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

No entanto, nos casos em que não é possível fazer a extração, dá para usar leite artificial ou em pó adequada à idade do bebé. A ponta da sonda é fixada no seio materno, junto ao mamilo, para que o bebé sugue os dois ao mesmo tempo. Geralmente, o recipiente com o leite, que pode ser uma espécie de bolsa (Sistema de Nutrição Suplementar) ou um biberão, colocado numa posição ligeiramente superior, pode estar apoiado no peito da mãe ou sobre o ombro da mãe para ajudar o leite a descer com mais facilidade. Assim, enquanto o bebé faz a pega na mama da mãe, também recebe o leite que sai pela sonda. Essa sucção estimula a produção do leite materno.

É um processo que pode levar algum tempo, semanas ou meses. É importante contatar uma CAM ou Doula para apoio presencial e esclarecimentos que sejam adequados às especificidades de cada mãe e cada bebé. 



Relactation

What is relactation?

It is a technique used in breastfeeding to stimulate milk production or supplement the baby’s diet when, for some reason, the mother cannot or cannot breastfeed naturally.

The technique is quite simple: a tube is attached to a container that contains milk – preferably breast milk, the only food that should be offered to children until they are 6 months old, according to the recommendations of the World Health Organization (WHO). 

However, in cases where extraction is not possible, artificial or powdered milk suitable for the baby’s age can be used. The tip of the tube is attached to the breast, close to the nipple, so that the baby sucks both at the same time. Generally, the container with the milk, which can be a kind of pouch (Supplementary Nutrition System) or a bottle, placed in a slightly higher position, may be resting on the mother’s breast or on the mother’s shoulder to help the milk go down more easily. Thus, while the baby latches on to the mother’s breast, it also receives the milk coming out through the tube. This sucking stimulates the production of breast milk.

It is a process that can take some time, weeks or months. It is important to contact a CAM or Doula for face-to-face support and clarifications that are appropriate to the specifics of each mother and baby.

Neste artigo apresentamos-lhe as três fases do trabalho de parto e explicamos no que é que consiste cada uma! Saiba tudo no nosso artigo.

Fases do Trabalho de Parto

Fases do Trabalho de Parto

O trabalho de parto é um processo que pode variar de mulher para mulher e de duração. Quem já viveu a experiência da maternidade sabe que cada gravidez é diferente e a experiência do parto também difere de gravidez para gravidez.
Como forma de monitorização e controlo convencionou-se dividir o trabalho de parto  em diferentes fases:

  • 1ª Fase –Dilatação = apagamento (encurtamento) e dilatação do colo, por sua vez, também dividido em duas fases principais:
    • Fase Latente e Fase ativa
  • 2ª Fase – Expulsão = desde a dilatação completa até o bebé nascer
  • 3ª Fase – Dequitadura da Placenta = a saída da placenta 

As crenças populares dizem que os primeiros partos são muito demorados e que os seguintes são mais rápidos! Mas como tudo na vida, são apenas ditados populares e o tempo que o trabalho de parto vai durar ninguém pode prever! 



Labor Stages

Labor is a process that can vary from woman to woman and duration. Anyone who has lived the experience of motherhood knows that each pregnancy is different and the experience of childbirth also differs from pregnancy to pregnancy.

As a form of monitoring and control, it was agreed to divide labor into different stages:

  • 1st stage – Expansion = erasure (shortening) and dilation of the cervix, in turn, also divided into two main phases:

o Latent Phase and Active Phase

  • 2nd Stage – Delivery= from complete dilation until the baby is delivered
  • 3rd Phase – Placental delivery = the delivery of the placenta

Popular beliefs say that the firsts labors are loonger and the next one`s are quicker! But like everything in life, they are just popular sayings and the time that labor will last no one can predict!

A cesariana é uma das formas pelas quais os bebés podem nascer. Neste artigo apresentamos-lhe os prós e contras. Descubra aqui!

Cesarianas – Prós e Contras

Cesarianas – Prós e Contras


Este post Não tem caráter fundamentalista!  A intenção é informar com base em estudos e evidências científicas, por forma a que as famílias possam fazer escolhas informadas!

A cesariana é uma das formas pelas quais os bebés podem nascer.

É uma cirurgia complexa e como em todas as cirurgias comporta riscos, no entanto salva vidas sempre que existem situações médicas reais em que a cesariana é indicada e deve ser realizada.

A informação disponível até à data refere que as indicações médicas reais para uma cesariana são apenas seis! 

  • Prolapso de cordão umbilical – com dilatação não completa;
  • Descolamento prematuro da placenta com feto vivo; fora do período expulsivo;
  • Placenta prévia completa;
  • Apresentação córmica (bebé atravessado);
  • Rutura de vasa previa (cordão à frente da cabeça do bebé);
  • Herpes genital com lesão ativa no momento em que se inicia o trabalho de parto.

Fonte: Dr.ª Melânia Amorim, obstetra 

Existem outras situações especiais em que se deve avaliar individualmente os riscos -benefícios da intervenção, e informar a grávida dos mesmos.
Está a ser reforçado pela ciência que as altas taxas de cesariana estão por sua vez a aumentar as taxas de morbilidade e mortalidade materna.
O amor de mãe não se mede pelo modo como parimos, por isso uma Cesariana a pedido da mulher pode ser uma escolha consciente e informada! 


C- Sections – Pros and Cons

This post has no fundamentalist character!
The intention is to inform based on studies and scientific evidence, so that families can make informed choices!

A Caesarean section is one of the ways that babies can be born.
It is a complex surgery and as in all surgeries it carries risks, however it saves lives whenever there are real medical situations in which c- section is indicated and must be performed.

The information available states that there are only six real medical indications for a c- section!

  • Umbilical cord prolapse – with incomplete dilation;
  • Placental abruption with live fetus; outside the expulsive period;
  • Complete placenta previa;
  • Comical presentation (baby crossed);
  • Vasa previa rupture (cord in front of the baby’s head);
  • Genital herpes with an active lesion at the moment when labor begins.

Source: Dr.ª Melânia Amorim, obstetrician

There are other special situations in which risks and benefits of the intervention must be assessed individually , and inform the pregnant woman about them. It is being reinforced by science that high C-section rates are in turn increasing the morbidity and maternal mortality.
A mother’s love is not measured by the way we give birth, so a C-Section  by request of the woman can be a conscious and informed choice!

O Rolhão Mucoso é muitas vezes chamado de sinal de Parto, mas não é! Descubra no nosso artigo tudo sobre o Rolhão Mucoso!

O que é o Rolhão Mucoso? | What is the Mucous Plug?

O que é o Rolhão Mucoso?


Logo no início da gravidez, as glândulas da cérvix segregam uma substância gelatinosa, rosada ou acastanhada, chamada de rolhão mucoso. 

Esta substância tem como missão selar o colo do útero para proteger o feto contra o risco de infeções e contaminações exteriores, garantindo o saudável desenvolvimento do bebé.

Nas últimas semanas de gravidez, o colo do útero começa a ficar cada vez mais fino e a dilatar gradualmente, podendo notar-se um aumento significativo do corrimento vaginal. A seguir, devido a essa ligeira dilatação, a espessa camada de muco (parecido com uma geleia ou clara de ovo) que veda a entrada do colo do útero durante a gravidez, é libertada.

As pessoas chamam-lhe o “ Sinal de Parto”! Ou seja, acreditava-se que quando saia o rolhão mucoso, o bebé nasceria logo a seguir. 

Mas não é um sinal de começo de parto, porque habitualmente acontece vários dias antes do início de trabalho de parto espontâneo. Por vezes a perda do rolhão pode ocorrer semanas antes do parto, por isso não pode ser considerado um sinal de parto.

Apesar de a perda de rolhão não ser um sinal de trabalho de parto ativo, pode significar a proximidade do mesmo.



What is the Mucous Plug?


Early in pregnancy, glands in the cervix secrete a jelly-like, pink or brownish substance called a mucus plug.

This substance has the mission of sealing the cervix to protect the fetus against the risk of infections and external contamination, ensuring the healthy development of the baby.

In the last few weeks of pregnancy, the cervix begins to thin and gradually dilate, and you may notice a significant increase in vaginal discharge. Then, due to this slight dilation, the thick layer of mucus (like a jelly or egg white) that seals off the entrance to the cervix during pregnancy is released.

People call it the “Labor Sign”! In other words, it was believed that when the mucus plug came out, the baby would be born soon after. But it is not a sign of the onset of labor, as it usually happens several days before the start of spontaneous labor. Sometimes the plug loss can occur weeks before delivery, so it cannot be considered a sign of childbirth.

Although the loss of the mucous plug is not a sign of active labor, it can mean its proximity.

Necessidades da Mulher em Trabalho de Parto

Necessidades da Mulher em Trabalho de Parto

Independentemente do local escolhido pela Mulher para parir, existem fatores que influenciam o decorrer do processo de trabalho de parto, o parto e o pós-parto.

O corpo humano é fisiologicamente construído por diversas hormonas, que permitem o funcionamento do organismo físico e psicológico. 
Durante a gravidez, trabalho de parto, parto e pós-parto existem duas hormonas com um peso considerável no processo de Parir; a adrenalina e a oxitocina.

No trabalho de parto o objetivo é reduzir a adrenalina e aumentar a oxitocina, visto que são duas hormonas antagonistas (quando uma sobe, a outra desce) e não podem coexistir no mesmo espaço e no mesmo período de tempo.

Deste modo, para diminuir a adrenalina e aumentar a oxitocina, o médico Michel Odent definiu as seguintes necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto:

  • Redução da Luz
  • Redução da linguagem
  • Privacidade
  • Sentimento de segurança
  • Conforto térmico

Outra nota importante: Se houver fome é importante comer para baixar a adrenalina. O mais natural é que no “verdadeiro” trabalho de parto não exista fome, mas a existir, então que se alimente a grávida com alimentos leves e facilmente digeríveis, fruta, chás, gelatinas.

Parir é algo que as mulheres fazem há milhares de anos! Felizmente a evoluímos para que o processo de gerar, parir e criar se tornasse mais seguro. No entanto, não devemos esquecer a fisiologia natural do processo.



Women’s needs in Labor and Delivery

Regardless of the location chosen by the Woman to give birth, there are factors that have influence in the course of labor, delivery and postpartum process.

The human body is physiologically built by several hormones, which allow the physical and psychological organism to function.
During pregnancy, labor, delivery and postpartum there are two hormones with considerable weight in the process of giving birth; adrenaline and oxytocin.

In labor the goal is to reduce adrenaline and increase oxytocin, since they are two antagonistic hormones (when one goes up, the other goes down) and they cannot coexist in the same space and in the same period of time.

Thus, in order to decrease adrenaline and increase oxytocin, doctor Michel Odent defined the following basic needs of a woman in labor:

  • Light reduction.
  • Language reduction.
  • Privacy.
  • Feeling of security.
  • Thermal comfort.

Another important note: If you are hungry it is important to eat to lower your adrenaline. The most natural thing is that in “real” labor there is no hunger, but to exist, so that the pregnant woman is fed with light and easily digestible foods, fruit, teas, gelatines.

Giving birth is something that women have done for thousands of years! Fortunately, we have evolved it so that the process of breed, giving birth and educate becomes more secure. However, we must not forget the natural physiology of the process.

Sinais de Parto

Sinais de Parto

Uma das principais dúvidas que assola as futuras mães é saber como identificar os sinais de início do trabalho de parto.

Do início do trabalho de parto até o nascimento do bebé, o corpo passa por diversos processos:

  • as contrações uterinas vão ficando cada vez mais frequentes e intensas, 
  • o colo do útero afina e dilata até à dilatação completa de 10 cm (ou na gíria popular os 10 dedos) 
  • e ocorre a descida do bebé através da pélvis materna (no caso de parto vaginal)!

Estas fases duram tempos diferentes de mulher para mulher.
Os principais sinais de parto são:

  • Contrações 
  • Saída do Rolhão Mucoso
  • Rutura da Bolsa do Líquido Amniótico Ou “Águas Rebentadas”
  • Visitas ao Wc com frequência (fazer cocó várias vezes é muito bom sinal!)

Estes “sinais” variam de mulher para mulher e nem sempre ocorrem pela ordem apresentada acima, e também não significam que o bebé vá nascer nas próximas horas. 



Labor Signs

One of the main doubts of future mothers is knowing how to identify the signs of the beginning of labor.

From the beginning of labor until the birth of the baby, the body goes through several stages:

  • uterine contractions are becoming more frequent and intense,
  • the cervix thins and dilates until the complete dilation of 10 cm (or in popular saying the 10 fingers)
  • and the baby descends through the maternal pelvis (in the case of vaginal delivery)!

These phases take different times from woman to woman.
The main signs of childbirth are:

  • Contractions
  • Mucus Plug
  • Rupture of the Amniotic Fluid Bag or “Bursted Waters”
  • Visits to the toilet frequently (pooping several times is a very good sign!)

These “signs” vary from woman to woman and do not always occur in the order presented above, nor do they mean that the baby will be born in the next few hours.

Plano de Parto

Plano de Parto

O Plano de Parto (também chamado de Plano de Nascimento ou de Preferências de Parto) regista as preferências da grávida e/ou do casal para o trabalho de parto, parto e pós-parto.
Este documento vai ajudar a grávida /casal a perceber melhor as fases porque irá passar durante o trabalho de parto, parto e pós-parto.

Convém ser um documento objetivo e sucinto, contendo a informação que a grávida achar relevante. É importante que seja conversado com o acompanhante e com o/s profissionais de saúde que a estão a acompanhar.

A Direção-Geral da Saúde lançou no dia 19 de março de 2021 um documento orientador para os “CURSOS DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO E PARENTALIDADE (CPPP) E CURSOS DE RECUPERAÇÃO PÓS-PARTO – CRPP EQUIDADE NA TRANSIÇÃO PARA A MATERNIDADE E A PATERNIDADE.”  Nesse documento, está um anexo muito importante: um modelo de planos de nascimento base. Segundo a DGS, este pretende ser “uma referência para que, caso assim pretendam, as mulheres/casais, com o apoio dos/as profissionais que lhe/s prestam cuidados no acompanhamento da gravidez e nos CPPP, elaborem o seu  próprio plano de nascimento; de igual modo, os hospitais/maternidades poderão tê-lo em conta na feitura dos seus próprios planos de parto institucionais.”

Podem consultar o Documento completo aqui!

E no site da APDMGP – Associação Portuguesa Pelos Direitos da Mulher na Gravidez e no Parto, encontram um documento orientador muito útil : Reflexão sobre o trabalho de parto e Parto: construção de um plano de preferências de parto.



Birth Plan

Birth Plan (also called the Birth Plan or Childbirth Preferences) records the preferences of the pregnant woman and / or the couple for labor, delivery and postpartum. This document will help the pregnant woman / couple to better understand the phases because it will pass during labor, delivery and postpartum.

It should be an objective and diret document, containing the information that the pregnant woman finds relevant. The birth plan should be discussed with the partner and  the health professionals that are supporting you during pregnancy.

The Portuguese Health General Directorate (DGS – Direção Geral da Saúde)  launched on March 19, 2021 a guiding document for the “PREPARATION COURSES FOR CHILDBIRTH AND PARENTALITY (CPPP) AND POST-CHILD RECOVERY COURSES – CRPP EQUITY IN THE TRANSITION TO MATERNITY AND PATERNITY. “

In that document, there is a very important appendice: a model of basic birth plans. According to DGS, this is intended to be “a reference so that, if they so wish, women / couples, with the support of the professionals who care for them in the monitoring of pregnancy and in CPPP, can develop their own birth plan; likewise, hospitals / maternity hospitals will be able to take this into account when making their own institutional delivery plans. “

You can find the complete document here!

And on the website of APDMGP – Portuguese Association for the Rights of Women in Pregnancy and Childbirth, you will find a very useful guiding document: Reflection on labor and Childbirth: construction of a plan for childbirth preferences.