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Acompanhamento na gravidez

Quando a gravidez chega, surgem dúvidas sobre o acompanhamento durante esta nova fase.

A gravidez deve ser vigiada por uma equipa multidisciplinar que possa acompanhar a saúde física, mental e emocional da mãe e bebé.

Que profissionais fazem o acompanhamento durante a gravidez?

O acompanhamento com um profissional de saúde especializado em saúde materna e obstétrica, é fundamental para uma gravidez saudável. Aconselha-se que a primeira consulta aconteça até às 8 semanas e de preferências antes das 12 semanas.

Após a avaliação inicial do estado de saúde da mãe e do bebé, o profissional de saúde decidirá se é necessário aumentar a frequência das consultas. Nestas consultas são efetuados exames físicos e ginecológicos e prescritos os exames complementares, tais como análises, ecografias e/ou outros que sejam necessários.

Sabia que também existem outros profissionais que podem apoiar e complementar o cuidado médico tradicional? E que poderão dedicar-lhe uma atenção única e especializada nas áreas de intervenção que para si sejam prioritárias.

Quem são eles? E como a podem ajudar?

  • Doulas – O acompanhamento da doula tem benefícios comprovados e que vão muito para além da comunicação e disponibilização de informação baseada em provas científicas, constitui um apoio emocional, individualizado e orientado para cada família.
  • Nutricionistas – contribuem para o bem-estar da saúde da mãe e do bebé e pode incidir em diferentes aspetos da área da nutrição e alimentação.
  • Osteopatas – podem ajudar no alívio dos desconfortos normais que surgem nesta fase, causados pelas alterações posturais, hormonais, e pela carga da gravidez.
  • Terapeutas de Massagem – reduzem significativamente o stress físico e a fadiga associados à gravidez, aliviando a ansiedade natural durante este tempo
  • Entre outros

Inúmeros estudos científicos, validam os benefícios de um acompanhamento multidisciplinar, flexível e adaptado às necessidades de cada família.

Saiba mais sobre o acompanhamento e benefícios da doula:


Planear a gravidez

Está a pensar em planear a sua gravidez?

Já ouviu falar em Pré – Concepção cujo significado é: “Ideia que se forma antecipadamente” ?

Quando uma família pensa em engravidar este caminho pode ser planeado alguns meses antes do teste positivo de gravidez.

Muitas vezes pensamos que os cuidados com a gravidez só devem ter lugar durante o tempo de gestação. No entanto, meses antes de engravidar, é importante que ponha em prática uma série de ações e cuidados, para assegurar uma gravidez saudável e bem-sucedida.

O planeamento da gravidez é importante e recomendado para o sucesso, tanto da própria concepção, quanto da gestação.

Recomendações para uma pré-concepção consciente:

  • Análise dos ciclos menstruais – Conhecer os ciclos menstruais da mulher, é o primeiro passo antes de pensar na gravidez. O registo dos ciclos menstruais é útil para conhecer os seus dias férteis e mais tarde, quando receberem o tão desejado teste positivo esta informação será muito útil para aferir a data estimada da concepção.
  • Consulta pré-concepcional – A avaliação do estado de saúde físico e mental da futura mãe é muito importante, deverá ser agendada uma consulta com profissional de saúde habitual e pode também recorrer a uma doula de pré-concepção que pode complementar o apoio médico. O ideal é que a consulta seja efetuada em tempo oportuno para que possam ser fornecidos ao casal as orientações necessárias a uma pré-concepção consciente, conjunta e partilhada.
  • Alimentação saudável – Contribui para a melhoria da fertilidade do casal, tal como oferece os nutrientes que a mãe necessita em quantidades suficientes para ela e para o bebé. A ingestão de vitaminas tais como, o Ácido Fólico, Vitaminha D e Vitamina B12 são recomendadas nesta fase e terão influencia direta na formação do sistema nervoso do bebé. Para além destas, o Zinco vai atuar no sistema imunológico e o cálcio, na divisão celular.
  • Exercício Físico – O exercício físico faz parte de uma rotina de vida saudável e continuar manter a sua prática regular é benéfico para si e para o futuro bebé, salvo raras exceções que deverão ser avaliadas com o profissional de saúde que vos acompanharão. Saiba mais sobre os benefícios do exercício físico na gravidez : https://maternalvita.pt/exercicio-gravidez-beneficios/

Preparar a chegada de uma nova vida é um caminho de autoconhecimento, consciência e despertar físico e mental.

Sinais de Fome dos Bebés

Sabe o que é ?

Os bebés não trazem manual de instruções, mas dão sinais quando estão com fome, sabia?

Estes sinais estão divididos normalmente em três estágios ou fases, nas quais se conseguem identificar:

  1. Primeiros sinais
    = “Estou com fome”: começa a mexer-se; abre a boca e inicia a procura;
  2. Sinais intermédios
    = “Realmente estou com fome”: aumenta o ritmo dos movimentos, estica-se e leva as mãos à boca;
  3. Sinais tardios
    = “Acalma-me e depois alimenta-me”; choro, movimentos corporais agitados, fica vermelho; nesta fase o bebé dificilmente aceita a mama, é necessário acalmá-lo e só depois oferecer a mama de novo.

Estes sinais de fome também estão presentes em bebés alimentados a biberão. 

Como acalmar o bebé:

  • Abraçá-lo
  • Embalá-lo
  • Colo em contato pele com pele
  • Acariciar
  • Falar calmamente

Baby´s Hunger Signs

What is this?

Babies don’t carry an instruction manual, but they do give signs when they are hungry, did you know?

These signals are usually divided into three stages or phases in which you can identify:

1. First signs = “I’m hungry”: starts moving; opens mouth and starts looking;

2. Intermediate signs = “I’m really hungry”: he increases the rhythm of his movements, stretches and brings his hands to his mouth;

3. Late signs = “Calm me down and then feed me”; crying, agitated body movements, turning red; in this phase the baby hardly accepts the breast, it is necessary to calm him and only then offer the breast again.

These hunger signs are also present in bottle-fed babies. 

How to calm the baby:

● Hug
● Lull
● Skin-to-skin contact
● Cuddle
● Talk soothingly

Sinais de Fome dos Bebés

Co-sleeping ou Alojamento Conjunto

O que é Co-sleeping?

Significa dormir com o bebé no quarto onde dorme a família. Existem variantes no modo de o fazer: 

  • desde dormir na mesma cama da família, 
  • até ter um berço desenhado especialmente para juntar à cama, 
  • ou dispor de um berço tradicional sem um dos lados e encostá-lo à cama.

Este é um tema controverso, pois existem variados estudos, alguns que consideram que existem inúmeros benefícios e outros pelo contrário que consideram que os riscos são muitos.

Alguns estudos feitos nesta área, revelam-nos que a prática de colocar os bebés sozinhos nas suas camas tem repercussões ao nível da vinculação e da segurança física. A partilha de cama facilita a alimentação do bebé, proporciona um aporte extra de contacto sensorial com a mãe, promove o desenvolvimento e a vinculação do bebé e previne o Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL).

Esta é uma prática milenar que tem vindo a aumentar nas sociedades ocidentais. Na realidade, a prática de manter os bebés a dormir sozinhos desde a altura do nascimento é bastante recente nas culturas ocidentais (desde o XVII), existindo relatos de culturas que continuam a praticar a partilha da cama até aos 6 anos de idade e a amamentação em horário livre. Co-sleeping é uma opção cultural de 90% da população mundial.

Vantagens práticas:

  • Menos cansaço da parte dos pais, pois o bebé esta logo ali;
  • Estimula o aleitamento materno, porque facilita dar de mamar durante a noite.
  • Reduz os episódios de apneia do sono, perigosos para o bebé.
  • Diminui o choro do bebé durante a noite e facilita o seu sono, evitando os despertares

Noturnos

  • Reduz o risco de morte súbita do recém-nascido.
  • Fortalece o vínculo afetivo entre os pais e o bebé, ao sincronizar os ciclos do sono.
  • Proporciona bem-estar e desenvolvimento neuronal ao bebé.

Normas de segurança:

Estas variam no caso de se partilhar cama ou apenas partilhar quarto:

• Não usar almofadas porque podem aumentar o risco de o bebé sufocar;

• O bebé deve ser deitado de costas, com os pés a tocar o fundo da cama;

• Proteger o berço / cama de modo a que o bebé não caia nem fique preso entre o colchão e a

parede;

• Nunca cobrir a cabeça do bebé (a roupa da cama deve ficar ao nível do tronco e bem presa e

esticada debaixo do colchão, se possível vestir bem o bebe e não usar mantas);

• A temperatura do quarto não precisa de ser muito elevada.

• Nunca deixar o bebé sozinho na cama caso exista o risco de se poder virar numa posição perigosa;

• Nunca partilhar a cama com um bebé / criança quando se é fumador, se está exausto ou se

sob o efeito de drogas ou álcool.

São as necessidades individuas de cada família que devem determinar a escolha em relação ao local onde o bebé vai dormir, sendo que cada decisão deverá ser respeitada.



Co-sleeping or Joint Housing

What is it?

It means sleeping with the baby in the room where the family sleeps. There are variations on how to do it: 

● from sleeping in the same bed as the family, 

● to having a specially designed crib to join the bed, 

● or having a traditional crib without one side and placing it against the bed.

This is a controversial subject, because there are many studies, some of which consider that there are many benefits and others that consider that there are many risks.

Some studies in this area show that the practice of placing babies alone in their beds has repercussions in terms of attachment and physical safety. Bed-sharing facilitates the baby’s feeding, provides an extra amount of sensory contact with the mother, promotes the baby’s development and attachment, and prevents Sudden Infant Death Syndrome (SIDS).

This is an age-old practice that has been increasing in Western societies. In fact, the practice of keeping babies sleeping alone from the time of birth is fairly recent in Western cultures (since the 17th), and there are reports of cultures that continue to practice bed-sharing until age 6 and breastfeeding on a free schedule. Co-sleeping is a cultural choice of 90% of the world’s population.

Practical advantages:

● Less fatigue on the parent’s part, as the baby is right there;

● Encourages breastfeeding, because it makes it easier to feed during the night.

● Reduces episodes of sleep apnea, which are dangerous for the baby.

It reduces the baby’s crying during the night and makes it easier for him to sleep, avoiding awakenings

nocturnal awakenings

● Reduces the risk of sudden infant death.

● Strengthens the affective bond between parents and baby by synchronizing sleep cycles.

● Provides baby with well-being and neuronal development.

Safety standards:

These vary in the case of sharing a bed or just sharing a room:

– Do not use pillows because they can increase the risk of the baby suffocating;

– The baby should be laid on his back, with his feet touching the bottom of the bed;

– Protect the crib/bed so that the baby does not fall or get stuck between the mattress and the wall

wall;

– Never cover the baby’s head (the bedclothes should be at the level of the torso and tucked under the mattress

stretched under the mattress, if possible dress the baby well and do not use blankets);

– The temperature of the room does not need to be very high.

– Never leave the baby alone in bed if there is a risk that he could turn over in a dangerous position;

Baby Led Weaning (BLW)

O que é o Baby Led Weaning?

Baby Led, significa guiada pelo bebé e Weaning significa desmamar, ou seja, o bebé mostra sinais de que está preparado para adicionar novos alimentos além do leite materno ou equivalente, dito de alguma forma, são os primeiros sinais de desmame de um bebé. 

Não significa que o bebé deve ser desmamado, muito pelo contrário, o leite materno deve ser o principal alimento dos bebés no seu primeiro ano de vida, mas mostra que se está a preparar para diversificar a sua alimentação.  Mesmo os bebés que não são amamentados beneficiam deste método, e neste caso o leite artificial deverá constituir a principal fonte de nutrientes no primeiro ano de vida.

O BLW incentiva a autonomia dos bebés durante as refeições.

O termo refere-se a uma alimentação sem a utilização de colheres ou papinhas, guiada pelo bebé. Mas é muito mais do que isso! É uma filosofia de vida, uma maneira de estar. Mais do que não oferecer comida em puré, o BLW pressupõe que as refeições sejam realizadas em família. Sem o “agora vou despachar o bebé para depois comermos nós”. A hora da refeição deve ser um momento de convívio, boa disposição, tranquilidade e comunicação em família.

 

No  BLW o bebé está sempre no controlo. A comida é-lhe oferecida e ele escolhe o que come. Os alimentos não lhe são colocados na boca nem nas mãos. As sopas em puré entram no BLW quando a criança tiver a capacidade de manusear a colher e dessa forma conseguir alimentar-se de forma autónoma.

Pontos-chave :

– Recomendado após os 6 meses de idade (ter em atenção a individualidade de cada bebé)

– A criança escolhe o que come e a quantidade que come;

– Os pais devem estar atentos aos sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos, o que geralmente pode acontecer entre os 6- 9 meses; 

Sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos: 

– O bebé consegue ficar sentado com apoio;

– O bebé consegue agarrar os alimentos, levá-los à boca e mastigar 

– Já desapareceu o reflexo de extrusão da língua



Baby Led Weaning (BLW)

What is it?

Baby Led, means that the baby leds the meal time and weaning means the baby shows signs that it is ready to add new foods other than breast milk or equivalent, said in some way, these are the first signs of weaning a baby. 

It does not mean that the baby should be weaned, quite the contrary, breast milk should be the main food of babies in their first year of life, but it does show that they are getting ready to diversify their diet.  Even babies who are not breastfed benefit from this method, in which case formula should be the main source of nutrients in the first year of life.

BLW encourages babies’ autonomy at mealtimes.

The term refers to feeding without the use of spoons or baby food, guided by the baby. But it is much more than that! It is a philosophy of life, a way of being. More than not offering pureed food, BLW assumes that meals are taken as a family. Without the “now I’m going to take care of the baby so we can eat later”. Mealtimes should be a time for socializing, good moods, calmness, and family communication.

In BLW, the baby is always in control. The food is offered to him and he chooses what he eats. Food is not put in his mouth or in his hands. Pureed soups come into BLW when the child is able to handle the spoon and is therefore able to eat independently.

Key points :

– Recommended after 6 months of age (be aware of the individuality of each baby)

– The child chooses what and how much to eat;

– Parents should watch for signs that baby is ready for the introduction of food, which can usually happen between 6- 9 months; 

Signs that baby is ready for the introduction of food: 

– Baby can sit up with support;

– He can hold food, put it in his mouth, and chew it. 

– The tongue extrusion reflex is gone

Relactação

O que é relactação?

É uma técnica utilizada na amamentação para estimular a produção de leite ou complementar a alimentação do bebé, quando, por algum motivo, a mãe não pode ou não consegue amamentar naturalmente.

A técnica é bem simples: uma sonda é acoplada a um recipiente que contenha leite – de preferência o materno, único alimento que deve ser oferecido às crianças até que completem 6 meses, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

No entanto, nos casos em que não é possível fazer a extração, dá para usar leite artificial ou em pó adequada à idade do bebé. A ponta da sonda é fixada no seio materno, junto ao mamilo, para que o bebé sugue os dois ao mesmo tempo. Geralmente, o recipiente com o leite, que pode ser uma espécie de bolsa (Sistema de Nutrição Suplementar) ou um biberão, colocado numa posição ligeiramente superior, pode estar apoiado no peito da mãe ou sobre o ombro da mãe para ajudar o leite a descer com mais facilidade. Assim, enquanto o bebé faz a pega na mama da mãe, também recebe o leite que sai pela sonda. Essa sucção estimula a produção do leite materno.

É um processo que pode levar algum tempo, semanas ou meses. É importante contatar uma CAM ou Doula para apoio presencial e esclarecimentos que sejam adequados às especificidades de cada mãe e cada bebé. 



Relactation

What is relactation?

It is a technique used in breastfeeding to stimulate milk production or supplement the baby’s diet when, for some reason, the mother cannot or cannot breastfeed naturally.

The technique is quite simple: a tube is attached to a container that contains milk – preferably breast milk, the only food that should be offered to children until they are 6 months old, according to the recommendations of the World Health Organization (WHO). 

However, in cases where extraction is not possible, artificial or powdered milk suitable for the baby’s age can be used. The tip of the tube is attached to the breast, close to the nipple, so that the baby sucks both at the same time. Generally, the container with the milk, which can be a kind of pouch (Supplementary Nutrition System) or a bottle, placed in a slightly higher position, may be resting on the mother’s breast or on the mother’s shoulder to help the milk go down more easily. Thus, while the baby latches on to the mother’s breast, it also receives the milk coming out through the tube. This sucking stimulates the production of breast milk.

It is a process that can take some time, weeks or months. It is important to contact a CAM or Doula for face-to-face support and clarifications that are appropriate to the specifics of each mother and baby.

Neste artigo apresentamos-lhe as três fases do trabalho de parto e explicamos no que é que consiste cada uma! Saiba tudo no nosso artigo.

Fases do Trabalho de Parto

Fases do Trabalho de Parto

O trabalho de parto é um processo que pode variar de mulher para mulher e de duração. Quem já viveu a experiência da maternidade sabe que cada gravidez é diferente e a experiência do parto também difere de gravidez para gravidez.
Como forma de monitorização e controlo convencionou-se dividir o trabalho de parto  em diferentes fases:

  • 1ª Fase –Dilatação = apagamento (encurtamento) e dilatação do colo, por sua vez, também dividido em duas fases principais:
    • Fase Latente e Fase ativa
  • 2ª Fase – Expulsão = desde a dilatação completa até o bebé nascer
  • 3ª Fase – Dequitadura da Placenta = a saída da placenta 

As crenças populares dizem que os primeiros partos são muito demorados e que os seguintes são mais rápidos! Mas como tudo na vida, são apenas ditados populares e o tempo que o trabalho de parto vai durar ninguém pode prever! 



Labor Stages

Labor is a process that can vary from woman to woman and duration. Anyone who has lived the experience of motherhood knows that each pregnancy is different and the experience of childbirth also differs from pregnancy to pregnancy.

As a form of monitoring and control, it was agreed to divide labor into different stages:

  • 1st stage – Expansion = erasure (shortening) and dilation of the cervix, in turn, also divided into two main phases:

o Latent Phase and Active Phase

  • 2nd Stage – Delivery= from complete dilation until the baby is delivered
  • 3rd Phase – Placental delivery = the delivery of the placenta

Popular beliefs say that the firsts labors are loonger and the next one`s are quicker! But like everything in life, they are just popular sayings and the time that labor will last no one can predict!

Neste artigo explicamos-lhe como pode esterilizar o biberão do seu bebé e as diferentes formas de o fazer! Descubra aqui.

Como esterilizar o biberão do seu bebé?

Como esterilizar o biberão do seu bebé?

O biberão é um dos recipientes que existem no mercado para oferecer o leite aos bebés. A melhor opção são os recipientes de vidro, mas como é um material frágil e quebradiço, pode tornar-se uma opção pouco cómoda, principalmente quando o leite tem que ser transportado para outro local. Nesses casos, os recipientes de plástico podem ser uma boa opção.

Deve- se sempre optar por recipientes sem bisfenol-A (muitas vezes referido com a sigla BPA).

Como esterilizar?

Quando terminar a alimentação do bebé, deve lavar o biberão e todas as partes com sabão natural e com água corrente e iniciar a esterilização. A esterilização pode ser feita através de vários métodos a quente ou frio.

Método elétrico:  utiliza água a ferver, aquecida e a vapor através de um esterilizador elétrico ou micro-ondas. O tempo necessário para esterilizar varia entre os 5-15 minutos, para os modelos elétricos, e alguns minutos para o micro-ondas. 

Método clássico: aquecer a água numa panela e deixar ferver durante 5 a 10 minutos.

Os métodos elétricos podem ser mais rápidos e práticos, especialmente quando é necessário repetir o processo frequentemente e para muitos biberões e produtos (bombas tira-leite, jarros e chupetas).

Na esterilização a frio envolve usar líquido ou desinfetante, desenvolvidos especificamente para serem seguros e toleráveis pelo bebé. Contudo, este método requer mais tempo.


Até quando é necessário esterilizar?

Durante os primeiros seis meses de vida, o sistema imunitário não está totalmente desenvolvido, por isso é necessário estar atento a todos os objetos com os quais o bebé tem contacto. 

No período entre os 0-6 meses, os pediatras recomendam esterilizar tudo: biberões, tetinas, acessórios e brinquedos. Depois dos seis meses de idade, pode reduzir gradualmente a frequência da esterilização.



How to sterilize your baby’s bottle?

The bottle is one of the containers on the market to offer milk to babies. The best option is glass containers, but as it is a fragile and brittle material, it can become an uncomfortable option, especially when the milk has to be transported to another location. In such cases, plastic containers can be a good option.

One should always choose containers without bisphenol-A (often referred to as the acronym BPA).


How to sterilize?

When you finish feeding your baby, you should wash the bottle and all parts with natural soap and running water and start sterilization. Sterilization can be done using several hot or cold methods. Electric method: uses boiling water, heated and steamed using an electric sterilizer or microwave. The time required to sterilize varies between 5-15 minutes, for electric models, and a few minutes for the microwave.

Classic method: heat the water in a pan and let it boil for 5 to 10 minutes.

Electrical methods can be faster and more practical, especially when it is necessary to repeat the process frequently and for many bottles and products (breast pumps, jugs and pacifiers).
Cold sterilization involves using liquid or disinfectant, specifically developed to be safe and tolerable by the baby. However, this method requires more time.


Until when is it necessary to sterilize?

During the first six months of life, the immune system is not fully developed, so it is necessary to be aware of all the objects with which the baby has contact.
In the period between 0-6 months, pediatricians recommend sterilizing everything: bottles, teats, accessories and toys. After six months of age, you can gradually reduce the frequency of sterilization.

A cesariana é uma das formas pelas quais os bebés podem nascer. Neste artigo apresentamos-lhe os prós e contras. Descubra aqui!

Cesarianas – Prós e Contras

Cesarianas – Prós e Contras


Este post Não tem caráter fundamentalista!  A intenção é informar com base em estudos e evidências científicas, por forma a que as famílias possam fazer escolhas informadas!

A cesariana é uma das formas pelas quais os bebés podem nascer.

É uma cirurgia complexa e como em todas as cirurgias comporta riscos, no entanto salva vidas sempre que existem situações médicas reais em que a cesariana é indicada e deve ser realizada.

A informação disponível até à data refere que as indicações médicas reais para uma cesariana são apenas seis! 

  • Prolapso de cordão umbilical – com dilatação não completa;
  • Descolamento prematuro da placenta com feto vivo; fora do período expulsivo;
  • Placenta prévia completa;
  • Apresentação córmica (bebé atravessado);
  • Rutura de vasa previa (cordão à frente da cabeça do bebé);
  • Herpes genital com lesão ativa no momento em que se inicia o trabalho de parto.

Fonte: Dr.ª Melânia Amorim, obstetra 

Existem outras situações especiais em que se deve avaliar individualmente os riscos -benefícios da intervenção, e informar a grávida dos mesmos.
Está a ser reforçado pela ciência que as altas taxas de cesariana estão por sua vez a aumentar as taxas de morbilidade e mortalidade materna.
O amor de mãe não se mede pelo modo como parimos, por isso uma Cesariana a pedido da mulher pode ser uma escolha consciente e informada! 


C- Sections – Pros and Cons

This post has no fundamentalist character!
The intention is to inform based on studies and scientific evidence, so that families can make informed choices!

A Caesarean section is one of the ways that babies can be born.
It is a complex surgery and as in all surgeries it carries risks, however it saves lives whenever there are real medical situations in which c- section is indicated and must be performed.

The information available states that there are only six real medical indications for a c- section!

  • Umbilical cord prolapse – with incomplete dilation;
  • Placental abruption with live fetus; outside the expulsive period;
  • Complete placenta previa;
  • Comical presentation (baby crossed);
  • Vasa previa rupture (cord in front of the baby’s head);
  • Genital herpes with an active lesion at the moment when labor begins.

Source: Dr.ª Melânia Amorim, obstetrician

There are other special situations in which risks and benefits of the intervention must be assessed individually , and inform the pregnant woman about them. It is being reinforced by science that high C-section rates are in turn increasing the morbidity and maternal mortality.
A mother’s love is not measured by the way we give birth, so a C-Section  by request of the woman can be a conscious and informed choice!

O Rolhão Mucoso é muitas vezes chamado de sinal de Parto, mas não é! Descubra no nosso artigo tudo sobre o Rolhão Mucoso!

O que é o Rolhão Mucoso? | What is the Mucous Plug?

O que é o Rolhão Mucoso?


Logo no início da gravidez, as glândulas da cérvix segregam uma substância gelatinosa, rosada ou acastanhada, chamada de rolhão mucoso. 

Esta substância tem como missão selar o colo do útero para proteger o feto contra o risco de infeções e contaminações exteriores, garantindo o saudável desenvolvimento do bebé.

Nas últimas semanas de gravidez, o colo do útero começa a ficar cada vez mais fino e a dilatar gradualmente, podendo notar-se um aumento significativo do corrimento vaginal. A seguir, devido a essa ligeira dilatação, a espessa camada de muco (parecido com uma geleia ou clara de ovo) que veda a entrada do colo do útero durante a gravidez, é libertada.

As pessoas chamam-lhe o “ Sinal de Parto”! Ou seja, acreditava-se que quando saia o rolhão mucoso, o bebé nasceria logo a seguir. 

Mas não é um sinal de começo de parto, porque habitualmente acontece vários dias antes do início de trabalho de parto espontâneo. Por vezes a perda do rolhão pode ocorrer semanas antes do parto, por isso não pode ser considerado um sinal de parto.

Apesar de a perda de rolhão não ser um sinal de trabalho de parto ativo, pode significar a proximidade do mesmo.



What is the Mucous Plug?


Early in pregnancy, glands in the cervix secrete a jelly-like, pink or brownish substance called a mucus plug.

This substance has the mission of sealing the cervix to protect the fetus against the risk of infections and external contamination, ensuring the healthy development of the baby.

In the last few weeks of pregnancy, the cervix begins to thin and gradually dilate, and you may notice a significant increase in vaginal discharge. Then, due to this slight dilation, the thick layer of mucus (like a jelly or egg white) that seals off the entrance to the cervix during pregnancy is released.

People call it the “Labor Sign”! In other words, it was believed that when the mucus plug came out, the baby would be born soon after. But it is not a sign of the onset of labor, as it usually happens several days before the start of spontaneous labor. Sometimes the plug loss can occur weeks before delivery, so it cannot be considered a sign of childbirth.

Although the loss of the mucous plug is not a sign of active labor, it can mean its proximity.