Descubra quais os riscos da alimentação com Leite Artificial

Riscos da alimentação com Leite Artificial

Este post Não tem caráter fundamentalista! 
A intenção é informar com base em estudos e evidências científicas, por forma a que as famílias possam fazer escolhas informadas!

O leite artificial o chamado leite em pó ou de lata existe desde há muitos anos. 
Apesar da sua “praticidade”, o leite artificial para alimentação dos bebés recém-nascidos comporta riscos estudados e comprovados.

Apesar de todas as melhorias que as fórmulas de leite artificial têm sofrido ao longo dos tempos, a sua composição continua a não ser igual à do leite materno, uma vez que este é um alimento vivo e adequado a cada bebé. As investigações em curso continuam a descobrir no leite materno novos fatores envolvidos na proteção contra diversas infeções, e aumento no desenvolvimento da imunidade.

No Código Internacional de Ética do Marketing dos Substitutos do Leite Materno, no 4º artigo, lê-se que os pais devem ser informados «do perigo para a saúde resultante do consumo desnecessário ou inadequado da fórmula para lactentes ou outros substitutos do leite materno.”

Os bebés alimentados com leite artificial, podem ter:

  • Risco aumentado de episódios mais frequentes de diarreia e infeções respiratórias.
  • Risco aumentado de frequência de diabetes e obesidade infantil.
  • Risco aumentado de frequência de otites, bronquiolites e outras.

Existem também riscos para mãe, para a sociedade e para o ambiente:

  • Risco aumentado de cancro de mama, cancro do ovário e do endométrio.
  • Risco aumentado de osteoporose.
  • Menor espaçamento entre gravidezes.

A alimentação com leite artificial exige um investimento considerável e elevado na compra do produto e de uma série de utensílios, tais como biberões, esterilizadores, tetinas, etc.  São materiais (plástico, silicone, metal) não – biodegradáveis, com impacto negativo no ambiente.

Qualquer que seja a opção escolhida para alimentar o bebé, seja uma decisão informada!



Risks of feeding with artificial milk

This post has no fundamentalist character!
The intention is information based on studies and scientific evidence, so that families can make informed choices!


Artificial milk, the so-called powdered or canned milk, has been around for many years.
Despite its “practicality”, artificial milk for feeding newborn babies carries studied and proven risks.

Despite all the improvements that formula made with artificial milk has undergone over time, its composition is still not the same as that of breast milk, since this is a living food and suitable for each baby. The ongoing investigations continue to discover in breast milk new factors involved in protection against various infections, and increased development of immunity.

In the International Ethics of Marketing of Breast-milk Substitutes Code, in the 4th article, it says that parents should be informed “of the health hazard resulting from the unnecessary or inappropriate consumption of the formula for infants or other breastmilk substitutes.”

Babies fed with artificial milk may have:

  • Increased risk of more frequent episodes of diarrhea and respiratory infections.
  • Increased risk of frequency of diabetes and childhood obesity.
  • Increased risk of frequency of otitis, bronchiolitis and others.

There are also risks for the mother, for society and for the environment:

  • Increased risk of breast cancer, ovarian and endometrial cancer.
  • Increased risk of osteoporosis.
  • Less spacing between pregnancies.

Feeding with artificial milk requires a considerable and high investment in the purchase of the product and a series of utensils, such as bottles, sterilizers, teats, etc. They are non-biodegradable materials (plastic, silicone, metal) with an impact negative in the environment.
Whichever option you choose to feed your baby, may it be an informed decision!

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