Sabia que existem diferentes causas para o uso prolongado da chucha? Descubra no nosso blog, tudo sobre o uso da chucha!

Chucha ou chupeta – Prós e Contras

Chucha ou chupeta – Prós e Contras

A chucha é um acessório oferecido aos bebés com o intuito de os acalmar, pois proporciona um ato de sucção não nutritiva, que lhes fornece uma sensação similar à que sente durante a amamentação.

O ato de sugar é um comportamento reflexo do bebé que pode ser observado já no útero materno. Em ecografias, por exemplo, é possível observar alguns bebés a chuchar no dedo.  Esse reflexo é vital para a sobrevivência, crescimento e desenvolvimento psíquico do bebé. 

A criança, especialmente durante o primeiro ano de vida, tem necessidade de sugar.
É importante que seja uma chucha em que a posição da língua seja semelhante à fisiologia da mama. Uma chucha ortodôntica adequada à idade da criança, na qual o bico da mesma está adaptado às estruturas da boca da criança. 

A data limite aconselhada para o uso da chupeta: dois anos até dois anos e meio.


As principais causas do uso prolongado de chucha são:
  • A alteração de oclusão dentária (mudança no formato dos dentes e da mordida).
  • Alterações da musculatura orofacial – falta de tónus ou força, projeção da língua.
  • Palato estreito e alto.
  • Alterações da respiração.
  • Alterações de fala.
  • Alterações na mastigação e deglutição.

Existem situações em que a chucha não é recomendada:

A OMS – Organização Mundial de Saúde desencoraja fortemente o uso de chupetas em crianças amamentadas, devido a uma situação a que se dá o nome de nipple confusion ou “confusão de bicos” ou “confusão de sucção” (descrito como a dificuldade do bebé em encontrar a forma correta oral para realizar a pega e a extração na mama após a exposição a um bico artificial).

O ideal é que os pais/cuidadores tenham uma visão clara e baseada em evidências dos “prós e contras” sobre o uso de chupeta, para que, junto profissional de saúde que acompanha o bebé, possam tomar uma decisão informada quanto a oferecê-la ou não aos seus filhos.




Pacifier – Pros and Cons

The pacifier is an accessory offered to babies in order to calm them down, as it provides a non-nutritive sucking act, which provides them with a sensation similar to the one they feel during breastfeeding.

The act of sucking is a reflexive behavior of the baby that can be observed already in the mother’s womb. In ultrasounds, for example, it is possible to observe some babies sucking on their fingers.
This reflex is vital for the baby’s survival, growth and psychic development.

The child, especially during the first year of life, needs to suck. It is important to be na anatomic pacifier that allows the position of the tongue to be similar to the physiology of the breast.

An orthodontic pacifier suitable for the child’s age, in which the child’s nipple is adapted to the structures of the child’s mouth.

The recommended deadline for using a pacifier: two years to two and a half years.


The main causes of long-term use of pacifiers are:
  • Alteration of dental occlusion (change in the shape of teeth and bite).
  • Alterations in the orofacial musculature – lack of tone or strength, projection of the tongue.
  • Narrow and high palate.
  • Changes in breathing.
  • Speech changes.
  • Changes in chewing and swallowing.

There are situations in which the pacifier is not recommended:

The WHO – World Health Organization strongly discourages the use of pacifiers in breastfed children, due to a situation called nipple confusion  or “suction confusion” (described as the baby’s difficulty in find the correct oral way to carry out the latch and removal of the breast  milk after exposure to an artificial nipple).

Ideally, parents / caregivers should have a clear and evidence-based view of the “pros and cons” about pacifier use, so that, together with the health professional who accompanies the baby, they can make an informed decision about offering it or not to your children.

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