Co-sleeping ou Alojamento Conjunto

O que é Co-sleeping?

Significa dormir com o bebé no quarto onde dorme a família. Existem variantes no modo de o fazer: 

  • desde dormir na mesma cama da família, 
  • até ter um berço desenhado especialmente para juntar à cama, 
  • ou dispor de um berço tradicional sem um dos lados e encostá-lo à cama.

Este é um tema controverso, pois existem variados estudos, alguns que consideram que existem inúmeros benefícios e outros pelo contrário que consideram que os riscos são muitos.

Alguns estudos feitos nesta área, revelam-nos que a prática de colocar os bebés sozinhos nas suas camas tem repercussões ao nível da vinculação e da segurança física. A partilha de cama facilita a alimentação do bebé, proporciona um aporte extra de contacto sensorial com a mãe, promove o desenvolvimento e a vinculação do bebé e previne o Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL).

Esta é uma prática milenar que tem vindo a aumentar nas sociedades ocidentais. Na realidade, a prática de manter os bebés a dormir sozinhos desde a altura do nascimento é bastante recente nas culturas ocidentais (desde o XVII), existindo relatos de culturas que continuam a praticar a partilha da cama até aos 6 anos de idade e a amamentação em horário livre. Co-sleeping é uma opção cultural de 90% da população mundial.

Vantagens práticas:

  • Menos cansaço da parte dos pais, pois o bebé esta logo ali;
  • Estimula o aleitamento materno, porque facilita dar de mamar durante a noite.
  • Reduz os episódios de apneia do sono, perigosos para o bebé.
  • Diminui o choro do bebé durante a noite e facilita o seu sono, evitando os despertares

Noturnos

  • Reduz o risco de morte súbita do recém-nascido.
  • Fortalece o vínculo afetivo entre os pais e o bebé, ao sincronizar os ciclos do sono.
  • Proporciona bem-estar e desenvolvimento neuronal ao bebé.

Normas de segurança:

Estas variam no caso de se partilhar cama ou apenas partilhar quarto:

• Não usar almofadas porque podem aumentar o risco de o bebé sufocar;

• O bebé deve ser deitado de costas, com os pés a tocar o fundo da cama;

• Proteger o berço / cama de modo a que o bebé não caia nem fique preso entre o colchão e a

parede;

• Nunca cobrir a cabeça do bebé (a roupa da cama deve ficar ao nível do tronco e bem presa e

esticada debaixo do colchão, se possível vestir bem o bebe e não usar mantas);

• A temperatura do quarto não precisa de ser muito elevada.

• Nunca deixar o bebé sozinho na cama caso exista o risco de se poder virar numa posição perigosa;

• Nunca partilhar a cama com um bebé / criança quando se é fumador, se está exausto ou se

sob o efeito de drogas ou álcool.

São as necessidades individuas de cada família que devem determinar a escolha em relação ao local onde o bebé vai dormir, sendo que cada decisão deverá ser respeitada.



Co-sleeping or Joint Housing

What is it?

It means sleeping with the baby in the room where the family sleeps. There are variations on how to do it: 

● from sleeping in the same bed as the family, 

● to having a specially designed crib to join the bed, 

● or having a traditional crib without one side and placing it against the bed.

This is a controversial subject, because there are many studies, some of which consider that there are many benefits and others that consider that there are many risks.

Some studies in this area show that the practice of placing babies alone in their beds has repercussions in terms of attachment and physical safety. Bed-sharing facilitates the baby’s feeding, provides an extra amount of sensory contact with the mother, promotes the baby’s development and attachment, and prevents Sudden Infant Death Syndrome (SIDS).

This is an age-old practice that has been increasing in Western societies. In fact, the practice of keeping babies sleeping alone from the time of birth is fairly recent in Western cultures (since the 17th), and there are reports of cultures that continue to practice bed-sharing until age 6 and breastfeeding on a free schedule. Co-sleeping is a cultural choice of 90% of the world’s population.

Practical advantages:

● Less fatigue on the parent’s part, as the baby is right there;

● Encourages breastfeeding, because it makes it easier to feed during the night.

● Reduces episodes of sleep apnea, which are dangerous for the baby.

It reduces the baby’s crying during the night and makes it easier for him to sleep, avoiding awakenings

nocturnal awakenings

● Reduces the risk of sudden infant death.

● Strengthens the affective bond between parents and baby by synchronizing sleep cycles.

● Provides baby with well-being and neuronal development.

Safety standards:

These vary in the case of sharing a bed or just sharing a room:

– Do not use pillows because they can increase the risk of the baby suffocating;

– The baby should be laid on his back, with his feet touching the bottom of the bed;

– Protect the crib/bed so that the baby does not fall or get stuck between the mattress and the wall

wall;

– Never cover the baby’s head (the bedclothes should be at the level of the torso and tucked under the mattress

stretched under the mattress, if possible dress the baby well and do not use blankets);

– The temperature of the room does not need to be very high.

– Never leave the baby alone in bed if there is a risk that he could turn over in a dangerous position;

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