Doula

Sabia que 30 minutos de exercício físicos podem fazer toda a diferença durante a gravidez e trazem diversos benefícios? Descubra aqui!

Exercício na gravidez

Exercício na gravidez

O exercício físico pode e deve ser recomendado para todas as grávidas saudáveis. 
A sua prática regular durante a gestação pode promover inúmeros benefícios físicos e psicológicos. Por exemplo, exercício físico leve a moderado de pelo menos 30 minutos por dia pode:

  • Redução da incidência de alguns desconfortos durante a gravidez, como cãibras, edema e fadiga.
  • Efeito protetor contra o desenvolvimento da diabetes gestacional e pré-eclâmpsia.
  • Facilitar o trabalho de parto, verificando-se não só uma diminuição da sua duração, mas também das complicações obstétricas.
  • Prevenção do excesso de peso e das dores lombares.
  • Manutenção da forma física e postura, prevenção da intolerância à glicose.
  • Melhor adaptação psicológica às alterações da gravidez.

Caso já seja praticante de exercício físico antes da gravidez, pode manter a sua prática habitual ajustando a intensidade do exercício conforme o que for mais confortável para si.



Exercise in pregnancy

Exercise can and should be recommended for all healthy pregnant women.
Its regular practice during pregnancy can promote numerous physical and psychological benefits. For example, light to moderate exercise for at least 30 minutes a day can:

  • Reduced incidence of some discomfort during pregnancy, such as cramps, edema and fatigue.
  • Protection effect against the development of gestational diabetes and pre-eclampsia.
  • Favours labor, with not only a reduction in its duration, but also a reduction in obstetric complications.
  • Prevention of overweight and low back pain.
  • Maintenance of physical shape and posture, prevention of glucose intolerance.
  • Better psychological adaptation to changes in pregnancy.

If you are already practicing exercise before pregnancy, you can maintain your usual practice by adjusting the intensity of the exercise to whatever is most comfortable for you.

Sabia que existem diferentes causas para o uso prolongado da chucha? Descubra no nosso blog, tudo sobre o uso da chucha!

Chucha ou chupeta – Prós e Contras

Chucha ou chupeta – Prós e Contras

A chucha é um acessório oferecido aos bebés com o intuito de os acalmar, pois proporciona um ato de sucção não nutritiva, que lhes fornece uma sensação similar à que sente durante a amamentação.

O ato de sugar é um comportamento reflexo do bebé que pode ser observado já no útero materno. Em ecografias, por exemplo, é possível observar alguns bebés a chuchar no dedo.  Esse reflexo é vital para a sobrevivência, crescimento e desenvolvimento psíquico do bebé. 

A criança, especialmente durante o primeiro ano de vida, tem necessidade de sugar.
É importante que seja uma chucha em que a posição da língua seja semelhante à fisiologia da mama. Uma chucha ortodôntica adequada à idade da criança, na qual o bico da mesma está adaptado às estruturas da boca da criança. 

A data limite aconselhada para o uso da chupeta: dois anos até dois anos e meio.


As principais causas do uso prolongado de chucha são:
  • A alteração de oclusão dentária (mudança no formato dos dentes e da mordida).
  • Alterações da musculatura orofacial – falta de tónus ou força, projeção da língua.
  • Palato estreito e alto.
  • Alterações da respiração.
  • Alterações de fala.
  • Alterações na mastigação e deglutição.

Existem situações em que a chucha não é recomendada:

A OMS – Organização Mundial de Saúde desencoraja fortemente o uso de chupetas em crianças amamentadas, devido a uma situação a que se dá o nome de nipple confusion ou “confusão de bicos” ou “confusão de sucção” (descrito como a dificuldade do bebé em encontrar a forma correta oral para realizar a pega e a extração na mama após a exposição a um bico artificial).

O ideal é que os pais/cuidadores tenham uma visão clara e baseada em evidências dos “prós e contras” sobre o uso de chupeta, para que, junto profissional de saúde que acompanha o bebé, possam tomar uma decisão informada quanto a oferecê-la ou não aos seus filhos.




Pacifier – Pros and Cons

The pacifier is an accessory offered to babies in order to calm them down, as it provides a non-nutritive sucking act, which provides them with a sensation similar to the one they feel during breastfeeding.

The act of sucking is a reflexive behavior of the baby that can be observed already in the mother’s womb. In ultrasounds, for example, it is possible to observe some babies sucking on their fingers.
This reflex is vital for the baby’s survival, growth and psychic development.

The child, especially during the first year of life, needs to suck. It is important to be na anatomic pacifier that allows the position of the tongue to be similar to the physiology of the breast.

An orthodontic pacifier suitable for the child’s age, in which the child’s nipple is adapted to the structures of the child’s mouth.

The recommended deadline for using a pacifier: two years to two and a half years.


The main causes of long-term use of pacifiers are:
  • Alteration of dental occlusion (change in the shape of teeth and bite).
  • Alterations in the orofacial musculature – lack of tone or strength, projection of the tongue.
  • Narrow and high palate.
  • Changes in breathing.
  • Speech changes.
  • Changes in chewing and swallowing.

There are situations in which the pacifier is not recommended:

The WHO – World Health Organization strongly discourages the use of pacifiers in breastfed children, due to a situation called nipple confusion  or “suction confusion” (described as the baby’s difficulty in find the correct oral way to carry out the latch and removal of the breast  milk after exposure to an artificial nipple).

Ideally, parents / caregivers should have a clear and evidence-based view of the “pros and cons” about pacifier use, so that, together with the health professional who accompanies the baby, they can make an informed decision about offering it or not to your children.

#2 Newsletter Maternalvita - Cuidados a ter com as Crianças no Verão

#2 Newsletter Maternalvita – Cuidados a ter com as Crianças no Verão

No Verão, os dias ficam maiores, os mais pequenos entram de férias e começa a azáfama das idas à praia, à piscina e ao jardim. Conhecemos muito bem toda a alegria e agitação das crianças nesta altura do ano, mas também conhecemos toda a preocupação para garantir que eles estão seguros!

Nesta Newsletter, damos-lhe algumas indicações para garantir o bem-estar e a segurança das suas crianças (1)!


Cuidados a ter com os bebés e crianças na rua

  • Evite a exposição direta ao sol. Aplique protetor solar regularmente e utilize um chapéu de abas largas. Isto ajuda a proteger a pele sensível do bebé. Evite sair nas horas de maior intensidade de calor entre – as 12h e as 16h.
  • Se o seu bebé tiver menos de 6 meses e ainda for amamentado, pode pedir mais vezes mama e deverá oferecer-lha. Não é necessário oferecer água ou outros líquidos. O leite materno adapta-se às necessidades do bebé.
  • Se a criança tiver mais de 6 meses, deve ser-lhe oferecida água, várias vezes ao dia. 
  • Utilize roupas claras, leves e, preferencialmente, de algodão.
  • Nunca deixe o bebé sozinho no carro. A temperatura pode subir rapidamente em poucos minutos e o seu bebé pode apanhar uma queimadura.
  • Opte por utilizar pulseiras de identificação infantil. Se a sua criança se perder ou no caso de encontrar uma criança perdida, será muito mais fácil de a ajudar e localizar. Em Portugal, a PSP (Polícia de Segurança Pública) desenvolveu um Programa de pulseiras de identificação para crianças – as pulseiras “Estou aqui!” – que podem ser adquiridas por qualquer familiar e utilizadas por qualquer criança dos 2 anos aos 10 anos idade. Saiba mais sobre esta iniciativa aqui (2).
  • Na piscina e no mar, assegure-se de que os mais pequenos utilizam braçadeiras ou boias.

Cuidados a ter com os bebés e crianças em casa

  • Areje a casa abrindo janelas para que corra uma aragem. Pode ligar a ventoinha ou o ar condicionado, mas não exponha o bebé ou a criança diretamente ao ar fresco lançado pelos equipamentos.
  • Dispa o bebé e coloque-lhe uma fralda de pano para que ele possa refrescar mais rapidamente. As fraldas descartáveis podem provocar irritações nos dias mais quentes! 
  • Evite as sestas no carrinho, ovo ou espreguiçadeira (que são mais quentes do que a cama ou berço).
  • Pode dar mais banhos ao longo do dia, com água tépida. Não é necessário usar agentes de limpeza em todos os banhos – pode ser um momento para brincar e relaxar!

Dê-nos a sua opinião!

A sua opinião é importante! Enquanto Doula certificada, irei ajudá-lo(a) a si e à sua família a conhecer e exercer os seus direitos, para que a experiência do nascimento possa ser, para todos, mais feliz. E terei sempre em conta a sua opinião!

Conte comigo!

Mantenha-se a par das novidades sobre estes temas no blog da Maternalvita (3).


Fontes: 
(1) https://maternalvita.pt/cuidados-bebes-no-verao/
(2) https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm
(3) https://maternalvita.pt/blog/


Sabe o que significa a sigla B.R.A.I.N.? Neste artigo, explicamos-lhe o seu significado! Saiba tudo aqui!

A Sigla B.R.A.I.N.

Já ouviram falar na Sigla B.R.A.I.N? Sabem o que é?

Quando as mães e bebés se deparam com determinados procedimentos e têm dúvidas sobre o que fazer, podemos sempre fazer algumas perguntas de orientação. 

A sigla BRAIN é fácil de decorar e permite-nos considerar outras hipóteses. 

Vejam-nas aqui:
B:benefícios para a mãe e bebé neste procedimento? 
R: Quais são os riscos para estes?
A: Que alternativas não farmacológicas/outros temos?
I: O que me diz a minha intuição sobre este assunto? 
N: e se não fizermos nada, o que pode acontecer?

Colocar estas questões, ajuda as famílias a ponderarem e poderem fazer escolhas conscientes e com mais informação.

Sabe o que é a Pega na Amamentação? Nós explicamos e ainda contamos-lhe alguns mitos que estão associados à pega.

A Pega

O que é a Pega na amamentação? Como funciona?


É o momento em que o bebé, orientado para o mamilo, abre muito bem a boca, estende a língua por cima do lábio inferior e agarra/pega na mama, envolvendo-a com a língua, para iniciar os movimentos de sucção. 

Mitos associados à Pega:

Como sabemos existem mitos associados à amamentação, um deles, é de que a dor aguda nas primeiras semanas de amamentação e aparecimento de fissuras/gretas é normal! Para “ganhar calo”! Nada mais longe da realidade e que não ajuda as mães e bebés. O importante é a forma como o bebé pega e se posiciona na mama, para prevenir desconfortos, dor, aparecimentos de fissuras e gretas, como para aliviar e facilitar a cicatrização depois destas aparecerem.

Também é fundamental para que o bebé consiga retirar leite com facilidade durante a mamada, para assim receber todo o alimento necessário ao seu crescimento, ficando satisfeito.

Um posicionamento desconfortável e desadequado e/ou pega pouco adequada é a causa mais comum para a amamentação dolorosa nas primeiras semanas de vida e aparecimento de fissuras e gretas. Sendo também, a causa mais comum para o abandono precoce da amamentação. Não utilizo o conceito de “boa pega” ou “má pega”, porque cada mãe e bebé são únicos e o que é confortável para uns, pode ser diferente e também confortável para outros.

O foco deve ser uma mamada confortável para a mãe e eficiente para o bebé – ou seja, sem dor e suficiente para o bebé se alimentar sem grande esforço.





What is latch on breastfeeding? How it works?

It is the moment when the baby, oriented towards the nipple, opens its mouth very well, extends its tongue over the lower lip and grabs/grabs the breast, involving it with the tongue, to start the sucking movements.


Myths associated with Latch:

As we know there are myths associated with breastfeeding, one of them is that acute pain in the first weeks of breastfeeding and the appearance of fissures/cracks is normal! To “gain callus”! Nothing further from reality and that doesn’t help mothers and babies. The important thing is the way the baby latches on and positions itself in the breast, to prevent discomfort, pain, the appearance of fissures and cracks, as well as to relieve and facilitate healing after they appear.

It is also essential for the baby to be able to withdraw milk easily during breastfeeding, in order to receive all the food necessary for its growth, being satisfied.

An uncomfortable and inappropriate positioning and/or inadequate grip is the most common cause of painful breastfeeding in the first weeks of life and the appearance of fissures and cracks. It is also the most common cause for early cessation of breastfeeding. I don’t use the concept of “good latch” or “bad latch”, because each mother and baby are unique and what is comfortable for some may be different and also comfortable for others.

The focus should be on a feeding that is comfortable for the mother and efficient for the baby – that is, painless and enough for the baby to feed effortlessly.

Ao longo dos tempos, têm-se criado mitos acerca do aleitamento materno. A Maternalvita, partilha consigo alguns dos mitos criados!

Mitos na Amamentação

Mitos na amamentação

O aleitamento materno é um ato fisiológico natural e com inúmeros benefícios comprovados pela ciência.
No entanto perduram ao longo de gerações mitos e crendices que podem pôr em causa um processo instintivo.

Hoje partilhamos alguns deles, porque são muitos e cada dia surgem mais alguns!

  • A amamentação é fácil!
    Muitas mães pensam que a amamentar é só pôr o bebé na mama e já está! E apesar de a fisiologia ser essa mesma e de a maioria dos bebés nascerem com o reflexo de procurar pela mama da mãe, às vezes é preciso apoio prático e informação para esclarecer dúvidas e receios naturais desta fase. Coisas simples como saber como posicionar o bebé durante a mamada e explicar o que é uma pega adequada, e que não é normal que o bebé adormeça na mama ou que leve 2 horas a mamar! 

    A amamentação leva tempo e prática para mães e bebés e muitas vezes é necessário aprender a amamentar!

  • É normal ter fissuras, dor e mamilos macerados!
    Não! Não é normal doer durante a mamada! Já ouvi muitas avós, tias e amigas dizerem à mãe que a dor é normal e que a mama precisa ganhar “calo”!!!!
    Muitas mães sentem desconforto nos primeiros dias após o nascimento, é normal sentirem sensibilidade no mamilo, mas não dor!! Mãe e bebé estão a conhecer-se e a aprender a amamentar.  Se houver dor ou desconforto o ideal é contatar uma Doula, C.A.M. ou um profissional que possa auxiliar e avaliar o posicionamento do bebé e a pega para ajudar ultrapassar o desafio.

  • O leite é fraco!
    Não existe leite fraco! Cada mulher produz o leite adequado ao seu bebé e na quantidade necessária. Em alturas de picos de crescimento, o nosso organismo leva cerca de 24 a 48 horas a adaptar a produção às necessidades do bebé.

  • Lavar os mamilos antes de amamentar!
    Lavar os mamilos antes de amamentar não é necessário. Exceto em casos em que a mãe esteja a aplicar alguma medicação tópica (pomadas com antibióticos ou antifúngicos) que não possa ser ingerida pelo bebé ou com óleos essenciais. Caso contrário não é necessário lavar os mamilos, pois quando os bebés nascem, eles já estão muito familiarizados com os cheiros e sons da própria mãe. Os mamilos produzem uma substância que o bebé cheira e tem “boas bactérias” que ajudam a construir o sistema imunológico saudável dos bebés para a vida toda.

  • Evitar comer certos alimentos durante a amamentação!
    Uma dieta equilibrada e uma alimentação saudável durante a gravidez é para manter durante a amamentação. Em geral, não há necessidade de mudar hábitos alimentares. Os bebés são expostos às preferências alimentares das mães desde o útero. Se uma mãe perceber que o bebé reage a um alimento específico que ela come, pode consultar o profissional de saúde que os acompanha.

    E há muitos, muitos mais…!!



Myths in breastfeeding

Breastfeeding is a natural physiological act and has numerous benefits proven by science.
However, myths and beliefs that can jeopardize an instinctive process persist through generations.

Today we share some of them, because there are many and every day there are more!

  • Breastfeeding is easy!
    Many mothers think that breastfeeding is just putting the baby in the breast and that’s it! And although the physiology is the same and most babies are born with the reflex of looking for the mother’s breast, sometimes practical support and information is needed to clarify doubts and natural fears of this phase. Simple things like knowing how to position the baby during a feed and explaining what a proper latch is like , and that it is not normal for the baby to fall asleep at the breast or that it takes 2 hours to feed!

    Breastfeeding takes time and practice for mothers and babies and it is often necessary to learn to breastfeed!

  • It’s normal to have cracks, pain and macerated nipples!
    No! It’s not normal to hurt during a feed! I’ve heard many grandmothers, aunts and friends tell the mother that the pain is normal and that the breast needs to get “callus”!!!! Many mothers feel discomfort in the first few days after birth, it is normal to feel nipple tenderness, but not pain!! Mother and baby are getting to know each other and learning to breastfeed. If there is pain or discomfort, it is ideal to contact a Doula, C.A.M. or a professional who can assist and assess the baby’s positioning and latch at the breast to help overcome the challenge.

  • Milk is weak!
    There is no such thing as weak milk! Each woman produces the right milk for her baby and in the amount needed. In times of peak growth, our body takes around 24 to 48 hours to adapt production to the baby’s needs.

  • Wash your nipples before breastfeeding!
    Washing your nipples before breastfeeding is not necessary. Except in cases where the mother is applying some topical medication (ointments with antibiotics or antifungics) that cannot be ingested by the baby or with essential oils. Otherwise it is not necessary to wash the nipples, as when babies are born they are already very familiar with the smells and sounds of their mother. Nipples produce a substance that the baby smells and has “good bacteria” that help build a baby’s healthy immune system for life.
  • Avoid eating certain foods while breastfeeding!
    A balanced diet and healthy eating during pregnancy is to maintain while breastfeeding. In general, there is no need to change eating habits. Babies are exposed to their mothers’ food preferences from the womb. If a mother finds that her baby is reacting to a specific food she eats, she can consult with the health care professional that accompanies them.


    And there are more…much more!
Sabe como funcionam os serviços da Maternalvita? Neste artigo, nós explicamos-lhe tudo ao pormenor! Saiba tudo aqui!

Como funcionam os serviços da Maternalvita?

Maternalvita – Como funciona?

Os serviços da Maternalvita estão disponíveis por marcação obrigatória e são disponibilizados online ou presencialmente de acordo com as necessidades das famílias.

  • Para saber mais sobre os serviços da Maternalvita, estou disponível por telefone ou e-mail e esclarecerei as suas questões.
  • Atendendo à pandemia do COVID-19, os apoios presenciais estão disponíveis mediante análise da situação e sempre cumprindo as diretivas da DGS para segurança da profissional da Maternalvita e das famílias.

Contate-me: carla@maternalvita.pt | 967 385 385



Maternalvita – How does it work?

Maternalvita’s services are available by appointment and are available online or in person according to the needs of families.

  • To learn more about Maternalvita’s services, I am available by phone or email and will clarify your questions.
  • In view of the COVID-19 pandemic, presencial support is available after analysis of the situation and always complying with DGS directives for the safety of Maternalvita professional and their families.

Contact me: carla@maternalvita.pt | 967 385 385

A Gravidez pode trazer alguns incómodos e para aliviar esses incómodos, partilhamos consigo alguns métodos naturais que farão toda a diferença.

Alívio de Incómodos na Gravidez

Cuidados naturais para alívio de incómodos na gravidez

A gravidez traz alguns ou vários incómodos que são sentidos pelas grávidas de forma mais ou menos intensa.

Existem formas naturais e ancestrais que auxiliam no alívio destes incómodos, ficam aqui alguns dos mais comuns:

  • Enjoos matinais : em diversos estudos, o consumo moderado do gengibre foi comprovado como seguro durante a gravidez. Recomenda-se o uso de menos de 2 gramas de gengibre por dia para alívio dos enjoos.  Um desses estudos concluiu que 53% das mulheres grávidas que ingeriam gengibre viram reduzidos os enjoos e vómitos e todos os sintomas associados ao enjoo matinal da gravidez. Ingerir pão integral, em jejum, ainda antes de a grávida se levantar da cama, ou uma bolachinha ainda antes mesmo de levantar a cabeça da almofada.
  • Azia : devem evitar-se bebidas e alimentos que causam perturbações gastrointestinais. É preferível tomar várias refeições pequenas ao longo do dia e, ao comer, mastigar bem os alimentos. Pode também incluir na alimentação ervas como manjericão, hortelã, manjerona, segurelha, erva de São Roberto e raiz de gengibre. Mastigar lentamente amêndoas com pele, criando um bolo alimentar espesso na boca, ajuda muitíssimo.  Evitar comer antes de ir para a cama e dormir com uma ou várias almofadas altas de forma a elevar o corpo também poderá ajudar a evitar a subida dos ácidos e facilitar a digestão.
  • Cãibras: Bananas, comer bananas ou outras frutas que também contêm magnésio e podem ajudar a combater as cãibras, tais como laranja, uva, framboesa, melancia, melão, amora, ameixa e água de coco. Outra alternativa é o xarope de magnésio à venda em lojas de produtos naturais/ ervanárias, por exemplo. 
  • Cistites e infeções urinárias:  aumentar o consumo de água até três litros por dia durante o período de infeção urinária e depois retomar a quantidade habitual (um litro e meio) e beber diariamente sumo de arando (ou comer arando em forma de passas, cinco punhados por dia – cranberries), ou tomar arando em forma de xarope, pois é um excelente preventivo de problemas urinários, caso não sinta melhorias, deve consultar o profissional de saúde de imediato.

Fonte : Luísa Condeço, Rede Portuguesa de Doulas



Natural care to relieve pregnancy discomforts

Pregnancy brings some or several discomforts that are felt by pregnant women more or less intensely.

There are natural and ancestral ways that help alleviate these discomforts, here are some of the most common:

  • Morning Sickness: In several studies, moderate consumption of ginger has been proven to be safe during pregnancy. It is recommended to use less than 2 grams of ginger per day for nausea relief. One of these studies found that 53% of pregnant women who ate ginger saw reduced nausea and vomiting and all symptoms associated with morning sickness of pregnancy. Eat wholegrain bread, on an empty stomach, even before the pregnant woman gets out of bed, or a biscuit even before lifting her head from the pillow.
  • Heartburn: drinks and foods that cause gastrointestinal disturbances should be avoided. It is preferable to eat several small meals throughout the day and, when eating, chew the food well. You can also include herbs such as basil, mint, marjoram, savory, St. Robert’s wort and ginger root. Slowly chewing almonds with the skin, creating a thick cake in the mouth, helps a lot. Avoiding eating before going to bed and sleeping with one or several high pillows in order to elevate the body can also help prevent the rise of acids and facilitate digestion.
  • Cramps: Bananas, eating bananas or other fruits that also contain magnesium and can help fight cramps, such as oranges, grapes, raspberries, watermelon, cantaloupe, blackberry, plum and coconut water. Another alternative is magnesium syrup available at natural food/herbal stores, for example.
  • Urinary cystitis and infections: increase water consumption to three liters a day during the urinary infection period and then return to the usual amount (a liter and a half) and drink cranberry juice daily (or eat cranberry in the form of raisins, five handfuls per day – cranberries), or take cranberry in syrup form, as it is an excellent preventative of urinary problems, if you do not feel improvement, you should consult your health professional immediately.

Source: Luísa Condeço, Rede Portuguesa de Doulas

Curso de Doula de Aleitamento Materno

Curso de Doula no Aleitamento Materno

Já conhece o Curso de Doulas, o único em Portugal? Nós contamos-lhe tudo!

Já estão disponíveis as novas datas para o Curso de Doulas! Neste curso, disponibilizado pela Rede Portuguesa de Doulas, poderá acompanhar famílias e mãe como Doula de Aleitamento Materno (DAM). O curso é constituído por 7 módulos, orientados por 4 formadoras – 2 Doulas, ambas conselheiras de aleitamentos materno com largos anos de experiência, 1 médica de família e a Fundadora da Rede Portuguesa de Doulas, Doula Luísa.

O curso começará nos dias 11 e 12 de Dezembro de 2021.

O objectivo do curso é fornecer conhecimentos de aspectos técnicos e práticos, que são necessários para que a Doula possa promover, proteger e apoiar o aleitamento materno.

A Rede Portuguesa de Doulas ambiciona promover o aleitamento materno, dada a sua importância para a sobrevivência da espécie humana e também pela importância de superar os desafios de quem está a dar de mamar.

Para quem se destina o Curso de Doulas?

Para pessoas com ou sem formação na área, mães, pais e/ou profissionais de saúde.

Quais são as condições para se inscrever?

Deverá ler e aceitar os termos do Código de Ética das doulas da Rede Portuguesa de Doulas, deverá ainda ler os Direitos e Deveres da Rede Portuguesa de Doulas.

Quais são os objectivos do curso?

  • Dar informação concreta e actualizada sobre amamentação, tendo por base evidências científicas, sempre que possível.
  • Promover e divulgar o papel da doula no acompanhamento perinatal em Portugal.
  • Apoiar as mulheres e seus companheiros/as, para que estes possam viver experiências de parentalidade, seguras, satisfatórias e enriquecedoras.
  • Promover o desenvolvimento pessoal de cada Doula, reforçando a sua auto-estima e valor próprio.

O curso será em regime presencial ou online?

O curso será exclusivamente online, através da plataforma ZOOM.

Quais são as datas dos módulos?

O curso tem um total de 100 horas

1° módulo: 11 e 12 dezembro 2021
2° módulo: 5 e 6 fevereiro 2022
3° módulo: 5 e 6 março 2022
4° módulo: 2 e 3 abril 2022
5° modulo: 7 e 8 maio 2022
6° modulo: 4 e 5 junho 2022
7° modulo: 3 e 4 setembro 2022

Onde pode fazer a sua inscrição?

As inscrições serão feitas através do email: rede.portuguesa.de.doulas@gmail.com

A sua inscrição é validada após o pagamento da totalidade do curso (neste caso é lhe aplicado um desconto de 5%), ou se preferir após pagar o valor do 1º módulo (220€), ou se preferir poderá pagar um sinal (50€) que lhe garante uma vaga no curso.
O restante valor deverá ser pago até 10 dias antes de cada módulo.

Qual é o valor de cada módulo?

Cada módulo tem um custo de 220€, sendo um total de 7 módulos. Inclui o material informativo em suporte digital, um Manual da Doula de Aleitamento, apoio contínuo das formadoras, tanto online como presencial.

Qual é o horário do curso?

O curso decorrerá entre as 9h00 e as 13h00, com 1h30 de intervalo para almoço, retomando às 14h30 e terminando às 18h00.
Ao Domingo termina pelas 17h30, sendo possível alterar o horário por situações inesperadas.

Conteúdos programáticos do curso (alguns destes conteúdos podem sofrer alterações):

  • Conceito de Amamentação
  • Recomendações da OMS
  • Comunicação e Aconselhamento – Competências de comunicação
  • Vertente Bio-Psico-Social do Aleitamento Materno
  • Nutrientes e suas funções
  • Fisiologia
  • Influências culturais e sociais no aleitamento materno
  • Influência das Práticas de Parto no Aleitamento Materno
  • A importância das hormonas no Aleitamento Materno
  • Práticas de apoio ao aleitamento materno
  • Relactação
  • Alojamento Conjunto (Co-Sleeping)
  • Fisiologia da lactação e técnicas de amamentação
  • Avaliação e observação da mamada
  • O que faz a Doula no aleitamento materno
  • Introdução da Alimentação Complementar
  • Baby Led Weaning
  • Marketing dos teus serviços
  • Ficha de cliente
  • Ética da D.A.M.
  • A Sombra no Aleitamento Materno
  • Emoções
  • Sexualidade
  • A mala da doula DAM
  • A aromaterapia no aleitamento materno e nos cuidados ao bebé com a Dra. Esther de Leon Rodriguez

Informações:

Se está interessado(a) tenha atenção, normalmente, 30 a 60 dias antes do início do curso, o curso já está completamente preenchido.
No curso online é importante que esteja confortável, tenha boa ligação de internet e um computador (também pode ser um tablet ou um telemóvel, apesar de ser menos aconselhado). 

Saiba mais no site da Rede Portuguesa de Doulas.

Fontes:

https://www.redeportuguesadedoulas.com/curso-doula-no-aleitamento-materno.html
https://www.redeportuguesadedoulas.com/coacutedigo-de-eacutetica-da-doula.html
https://www.redeportuguesadedoulas.com/cursos-de-doula.html

O Direito ao Acompanhante

#1 Newsletter Maternalvita – O Direito ao Acompanhante

Damos-lhe as boas-vindas à primeira newsletter da Maternalvita!

Este é o início de uma série de informações e dicas sobre vida familiar, gravidez, parto, pós-parto, amamentação, entre outros, que faremos chegar periodicamente até si para enriquecer os seus conhecimentos e partilhar consigo a nossa experiência e a experiência de outras famílias.



Comecemos por falar dos seus direitos!

Conhece o direito ao acompanhante em todas as fases da gestação – gravidez, parto e pós-parto? E sabe que pode ser acompanhado(a) por um(a) profissional especializado(a), como é o meu caso enquanto doula?

Comece por ler o testemunho desta futura mãe:

Tendo sido mãe pela primeira vez antes da pandemia e indo ser mãe novamente, confesso que estou a sentir-me insegura relativamente a todas as restrições impostas pelos hospitais, relativas à presença do acompanhante.

No parto da minha filha, antes da pandemia, o meu namorado esteve sempre ao meu lado, foi ele que me deu apoio, que me segurou a mão, que me disse que ia conseguir, foi ele que explicou às médicas o que eu estava a sentir e quais eram os meus receios, foi ele que manteve sempre o contacto com a nossa doula Carla, que manteve os familiares descansados e informados.

Para mim, é fundamental que a mulher que está a parir tenha apoio durante todo o trabalho de parto. É fundamental existir apoio por parte do acompanhante. O acompanhante transmite à mulher calma, segurança e o conforto do lar!
Catarina Falé

Com efeito, a Lei n.º 110/2019 (1) estabelece os princípios, direitos e deveres aplicáveis em matéria de proteção na preconceção, na procriação medicamente assistida, na gravidez, no parto, no nascimento e no puerpério. Nela pode ler-se, no Artigo 12.º,

 1 – Nos serviços do SNS:

a) É reconhecido e garantido a todos o direito de acompanhamento por uma pessoa por si indicada, devendo ser prestada essa informação na admissão do serviço;

b) No caso da mulher grávida, é garantido o acompanhamento até três pessoas por si indicadas, em sistema de alternância, não podendo permanecer em simultâneo mais do que uma pessoa junto da utente.

(…)

3 – É reconhecido à mulher grávida, ao pai, a outra mãe ou a pessoa de referência o direito a participar na assistência na gravidez.

4 – É reconhecido à mulher grávida o direito ao acompanhamento na assistência na gravidez, por qualquer pessoa por si escolhida, podendo prescindir desse direito a qualquer momento, incluindo durante o trabalho de parto”.



No website do Serviço Nacional de Saúde (SNS) podemos encontrar, nos Guias da Saúde, o que respeita ao “Acompanhamento da mulher grávida durante o parto” (2) (atualizado a 24/01/2020):

Condições do acompanhamento:

  • o direito ao acompanhamento pode ser exercido independentemente do período do dia ou da noite em que o trabalho de parto ocorrer;
     
  • na medida necessária ao cumprimento do disposto na presente lei, o acompanhante não será submetido aos regulamentos hospitalares de visitas nem aos seus condicionamentos, estando, designadamente, isento do pagamento da respetiva taxa;
     
  • o acompanhamento pode excecionalmente não se efetivar quando, em situações clínicas graves, for desaconselhável e expressamente determinado pelo médico obstetra;
     
  • o acompanhamento pode não ser exercido nas unidades onde as instalações não sejam concordantes com a presença do acompanhante e com a garantia de privacidade pedida por outras parturientes;
     
  • nos casos previstos nos pontos anteriores, os interessados devem ser corretamente informados das respetivas razões pelo pessoal responsável;

Em caso de cesariana:

  • sempre que a equipa médica de uma instituição hospitalar decida proceder a uma cesariana, o/a médico/a obstetra responsável deve avaliar a existência de uma situação clínica grave que desaconselhe a presença num bloco operatório de um/a acompanhante e deve transmitir esta informação à parturiente;
     
  • sempre que não se verifique a existência de uma situação clínica grave nos termos referidos no número anterior, a parturiente, no exercício do consentimento informado, esclarecido e livre, deve expressar previamente a sua autorização ou recusa (em ambos os casos dada por escrito) para que o pai, ou outra pessoa significativa (identificada no consentimento informado escrito), a seguir designada como “acompanhante” esteja presente;

    (…)
     
  • deve ser dada ao/à acompanhante a oportunidade de assistir à observação do recém-nascido, realizada pelo/a pediatra, sempre que este/a não identifique contraindicações clínicas;
     
  • deve ser possibilitado também ao/à acompanhante permanecer junto do/a recém-nascido/a, durante o recobro e até que a mãe seja transferida para o internamento, desde que tal não coloque em risco o/a recém-nascido/a, nem o funcionamento normal do serviço;
     
  • As instituições hospitalares com bloco de parto devem ter já implementadas as medidas necessárias ao cumprimento das regras referidas nos pontos anteriores. São adotadas as medidas necessárias à garantia da cooperação entre a mulher grávida, o acompanhante e os serviços, devendo estes, designadamente, prestar informação adequada sobre o decorrer do parto, bem como sobre as ações clinicamente necessárias;

Fonte: Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS)


Mas ainda há muito a fazer pela consolidação dos direitos das grávidas.

O parlamento aprovou a 2 de Outubro de 2020 quatro projetos de resolução apresentados pelo BE, PAN, Iniciativa Liberal e pela deputada não inscrita Cristina Rodrigues a recomendar ao Governo que as grávidas possam ter um acompanhante em todas as fases da gravidez, na sequência de denúncias de que “com o aparecimento da Covid-19, têm sido muitas pessoas a narrar o facto de ser barrada a presença do acompanhante em vários hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), assim como a separação de mãe-bebé no momento do nascimento, em mulheres infetadas e não infetadas, assim como o desaconselhamento ou mesmo impedimento de amamentar e outras práticas em claro incumprimento com a lei vigente”.

Uma das preocupações dos proponentes foi “garantir o efetivo direito da grávida à presença de acompanhante nos serviços de obstetrícia, durante as consultas, exames, parto e pós-parto“. O deputado único da IL considera que, “em Portugal, ainda há muito por fazer no que diz respeito aos direitos das grávidas e parturientes, existindo muitas mais denúncias por violência obstétrica do que seria de esperar e desejar num país dito desenvolvido” e assinala que “a supressão do direito da grávida ao acompanhante nas consultas, exames, parto e pós-parto é mais um exemplo desta violência e é inaceitável”. Pode ler mais na notícia do Observador (3).

Ainda que aprovados, os projetos de resolução não têm força de lei. Mas são progressos!

Pode acompanhar alguns dos esforços desenvolvidos pela Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (4) para saber mais.


Enquanto Doula certificada, irei ajudá-lo(a) a si e à sua família a conhecer e exercer os seus direitos, para que a experiência do nascimento possa ser, para todos, mais feliz!

Uma Doula é uma pessoa com formação e conhecimento acerca da fisiologia da gravidez e do nascimento, que presta apoio emocional e informativo baseado em provas científicas e está apta a acompanhar mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

O meu projecto Maternalvita tem como missão proporcionar às grávidas, aos pais, às crianças e às famílias um acompanhamento personalizado, cuidadoso, experiente e próximo – como complemento do acompanhamento feito pelo profissional de saúde que acompanha a gravidez. Como mães, sabemos muito bem como é importante termos quem nos escute, acolha, compreenda, respeite o nosso ritmo e zele pelo nosso bem-estar físico e emocional num momento tão desafiante das nossas vidas.

O meu propósito é, sempre, respeitar as escolhas da mulher e do seu parceiro(a), ouvi-lo(a)s, acolhê-lo(a)s com amor e apoiar na  tomada de decisões informadas, sem fundamentalismos e  independentemente do meio em que o bebé nasce e da forma como nasce.

Conte comigo!

Mantenha-se a par das novidades sobre estes temas no blog da Maternalvita  (5).


Fontes: 
(1) https://dre.pt/home/-/dre/124539905/details/maximized
(2) https://www.sns24.gov.pt/guia/direitos-e-deveres-do-utente/direitos-do-utente-dos-servicos-de-saude/acompanhamento-da-mulher-gravida-durante-o-parto/
(3) https://observador.pt/2020/10/02/covid-19-parlamento-aprova-resolucoes-para-que-gravidas-possam-ser-acompanhadas/
(4) https://associacaogravidezeparto.pt/sobre-nos/
(5) https://maternalvita.pt/blog/