Bebés

# 7 Newsletter Maternalvita _ Quando a nova vida chega!

A perspetiva de chegada de uma nova vida traz sempre excitação e dúvidas. Como saber se já temos uma nova vida no ventre?

Em muitos casos, as mulheres sabem a data exacta de quando tiveram relações sexuais e o dia aproximado da concepção; nestes casos, ficam mais atentas aos sinais do corpo e, assim que sentem o atraso no ciclo menstrual, fazem o teste.

O principal sinal da suspeita de gravidez é quase sempre o atraso menstrual. Assim que notar a ausência da menstruação após um período de pelo menos 30 dias do início da última menstruação, saiba que é altura de fazer um teste de gravidez à urina ou ao sangue. O teste dar-lhe-á um maior grau de certeza sobre se está grávida ou não.


Quando deve fazer o teste de gravidez?

O ideal é fazer o teste de gravidez com a primeira urina da manhã ou pelo menos após duas horas sem urinar.

Caso o teste dê resultado positivo, mesmo na urina, significa que está grávida com 100% de certeza.

Se persistirem dúvidas, pode fazer um teste de sangue para gravidez, chamado Beta HCG.

Os principais sinais e sintomas do início da gravidez são:

  •  Menstruação atrasada (situação inicial mais frequente)
  •  Aumento da sensibilidade e do volume das mamas
  •  Sensação de fraqueza e tonturas
  •  Enjoos e vómitos, a qualquer hora
  •  Cansaço, lentidão, sonolência excessiva, mesmo durante o dia
  •  Aumento de frequência da necessidade de urinar
  •  Sensação dolorosa pélvica semelhante à da cólica menstrual
  •  Maior emotividade e sensibilidade incomum
  •  Aumento da secreção vaginal, com maior fluxo de corrimentos
  • Aversão a alguns cheiros, comidas e bebidas e desejos em relação a outras

Após a confirmação da gravidez, deve marcar a consulta com um profissional de saúde e fazer exames complementares e prescrição de medicação recomendada.

Depois da consulta com o profissional de saúde, considere contactar uma doula (uma pessoa que faculta aconselhamento e acompanhamento na gravidez, pós-parto e amamentação).

A doula apoia todas as famílias com o mesmo respeito, ética e consideração. 

Uma nova vida está a chegar!

Nesta fase, é normal sentir-se assoberbada com a quantidade de sentimentos à flor da pele e com as perspetivas de todo um novo mundo! Mas, não se preocupe, eu estarei aqui para ajudá-la.


Fale comigo : carla@maternalvita.pt

Fontes:
(1) https://maternalvita.pt/blog/

quando a nova vida chega

# 6 Newsletter Maternalvita _Preparar a chegada de uma nova vida

A chegada de um novo ano traz energia renovada e a vontade de colocar em prática, intenções ou objetivos há muito desejados.

A preparação para uma gravidez pode começar, ativa e conscientemente, ainda antes da boa notícia revelada pelo teste de gravidez positivo.


Recomendações para preparar a chegada de uma nova vida

Muitas vezes pensamos que os cuidados com a gravidez só devem ter lugar durante o tempo de gestação. No entanto, meses antes de engravidar, é importante que ponha em prática uma série de ações e cuidados, para assegurar uma gravidez saudável e bem-sucedida.

Deixamos algumas recomendações para preparar a chegada de uma Nova Vida:

• Conhecer os seus ciclos menstruais é o primeiro passo antes de pensar na gravidez. O registo dos ciclos menstruais é útil para conhecer os seus dias férteis.
Mais tarde, durante a gravidez, essas informações ajudarão os profissionais de saúde, desde a primeira consulta, a saber o comportamento dos seus ciclos e a data do último período.

• Consultar um profissional de saúde para fazer um check-up e avaliar o seu estado atual de saúde. A partir desta consulta, podem detetar possíveis riscos e realizar recomendações específicas para poder planear a gravidez.

• Caso sofra de alguma doença crónica como hipertensão, diabetes, lúpus, epilepsia, asma, distúrbios da tiroide, é ainda mais importante planear a gravidez com antecedência, com o objetivo de minimizar os riscos. Devido às mudanças provocadas no corpo durante a gestação, a maioria das doenças crónicas tendem a agravar-se durante a gravidez.

Vale a pena relembrar que uma alimentação saudável e equilibrada é um cuidado diário a implementar.

Preparar a chegada de uma nova vida é um caminho de autoconhecimento, consciência e despertar físico e mental.

Para saber mais sobre esta fase, fale comigo: carla@maternalvita.pt!

Fontes:
(1) https://maternalvita.pt/preparar-gravidez/
(2) https://maternalvita.pt/blog/

Sinais de Fome dos Bebés

Sabe o que é ?

Os bebés não trazem manual de instruções, mas dão sinais quando estão com fome, sabia?

Estes sinais estão divididos normalmente em três estágios ou fases, nas quais se conseguem identificar:

  1. Primeiros sinais
    = “Estou com fome”: começa a mexer-se; abre a boca e inicia a procura;
  2. Sinais intermédios
    = “Realmente estou com fome”: aumenta o ritmo dos movimentos, estica-se e leva as mãos à boca;
  3. Sinais tardios
    = “Acalma-me e depois alimenta-me”; choro, movimentos corporais agitados, fica vermelho; nesta fase o bebé dificilmente aceita a mama, é necessário acalmá-lo e só depois oferecer a mama de novo.

Estes sinais de fome também estão presentes em bebés alimentados a biberão. 

Como acalmar o bebé:

  • Abraçá-lo
  • Embalá-lo
  • Colo em contato pele com pele
  • Acariciar
  • Falar calmamente

Baby´s Hunger Signs

What is this?

Babies don’t carry an instruction manual, but they do give signs when they are hungry, did you know?

These signals are usually divided into three stages or phases in which you can identify:

1. First signs = “I’m hungry”: starts moving; opens mouth and starts looking;

2. Intermediate signs = “I’m really hungry”: he increases the rhythm of his movements, stretches and brings his hands to his mouth;

3. Late signs = “Calm me down and then feed me”; crying, agitated body movements, turning red; in this phase the baby hardly accepts the breast, it is necessary to calm him and only then offer the breast again.

These hunger signs are also present in bottle-fed babies. 

How to calm the baby:

● Hug
● Lull
● Skin-to-skin contact
● Cuddle
● Talk soothingly

Sinais de Fome dos Bebés

Co-sleeping ou Alojamento Conjunto

O que é Co-sleeping?

Significa dormir com o bebé no quarto onde dorme a família. Existem variantes no modo de o fazer: 

  • desde dormir na mesma cama da família, 
  • até ter um berço desenhado especialmente para juntar à cama, 
  • ou dispor de um berço tradicional sem um dos lados e encostá-lo à cama.

Este é um tema controverso, pois existem variados estudos, alguns que consideram que existem inúmeros benefícios e outros pelo contrário que consideram que os riscos são muitos.

Alguns estudos feitos nesta área, revelam-nos que a prática de colocar os bebés sozinhos nas suas camas tem repercussões ao nível da vinculação e da segurança física. A partilha de cama facilita a alimentação do bebé, proporciona um aporte extra de contacto sensorial com a mãe, promove o desenvolvimento e a vinculação do bebé e previne o Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL).

Esta é uma prática milenar que tem vindo a aumentar nas sociedades ocidentais. Na realidade, a prática de manter os bebés a dormir sozinhos desde a altura do nascimento é bastante recente nas culturas ocidentais (desde o XVII), existindo relatos de culturas que continuam a praticar a partilha da cama até aos 6 anos de idade e a amamentação em horário livre. Co-sleeping é uma opção cultural de 90% da população mundial.

Vantagens práticas:

  • Menos cansaço da parte dos pais, pois o bebé esta logo ali;
  • Estimula o aleitamento materno, porque facilita dar de mamar durante a noite.
  • Reduz os episódios de apneia do sono, perigosos para o bebé.
  • Diminui o choro do bebé durante a noite e facilita o seu sono, evitando os despertares

Noturnos

  • Reduz o risco de morte súbita do recém-nascido.
  • Fortalece o vínculo afetivo entre os pais e o bebé, ao sincronizar os ciclos do sono.
  • Proporciona bem-estar e desenvolvimento neuronal ao bebé.

Normas de segurança:

Estas variam no caso de se partilhar cama ou apenas partilhar quarto:

• Não usar almofadas porque podem aumentar o risco de o bebé sufocar;

• O bebé deve ser deitado de costas, com os pés a tocar o fundo da cama;

• Proteger o berço / cama de modo a que o bebé não caia nem fique preso entre o colchão e a

parede;

• Nunca cobrir a cabeça do bebé (a roupa da cama deve ficar ao nível do tronco e bem presa e

esticada debaixo do colchão, se possível vestir bem o bebe e não usar mantas);

• A temperatura do quarto não precisa de ser muito elevada.

• Nunca deixar o bebé sozinho na cama caso exista o risco de se poder virar numa posição perigosa;

• Nunca partilhar a cama com um bebé / criança quando se é fumador, se está exausto ou se

sob o efeito de drogas ou álcool.

São as necessidades individuas de cada família que devem determinar a escolha em relação ao local onde o bebé vai dormir, sendo que cada decisão deverá ser respeitada.



Co-sleeping or Joint Housing

What is it?

It means sleeping with the baby in the room where the family sleeps. There are variations on how to do it: 

● from sleeping in the same bed as the family, 

● to having a specially designed crib to join the bed, 

● or having a traditional crib without one side and placing it against the bed.

This is a controversial subject, because there are many studies, some of which consider that there are many benefits and others that consider that there are many risks.

Some studies in this area show that the practice of placing babies alone in their beds has repercussions in terms of attachment and physical safety. Bed-sharing facilitates the baby’s feeding, provides an extra amount of sensory contact with the mother, promotes the baby’s development and attachment, and prevents Sudden Infant Death Syndrome (SIDS).

This is an age-old practice that has been increasing in Western societies. In fact, the practice of keeping babies sleeping alone from the time of birth is fairly recent in Western cultures (since the 17th), and there are reports of cultures that continue to practice bed-sharing until age 6 and breastfeeding on a free schedule. Co-sleeping is a cultural choice of 90% of the world’s population.

Practical advantages:

● Less fatigue on the parent’s part, as the baby is right there;

● Encourages breastfeeding, because it makes it easier to feed during the night.

● Reduces episodes of sleep apnea, which are dangerous for the baby.

It reduces the baby’s crying during the night and makes it easier for him to sleep, avoiding awakenings

nocturnal awakenings

● Reduces the risk of sudden infant death.

● Strengthens the affective bond between parents and baby by synchronizing sleep cycles.

● Provides baby with well-being and neuronal development.

Safety standards:

These vary in the case of sharing a bed or just sharing a room:

– Do not use pillows because they can increase the risk of the baby suffocating;

– The baby should be laid on his back, with his feet touching the bottom of the bed;

– Protect the crib/bed so that the baby does not fall or get stuck between the mattress and the wall

wall;

– Never cover the baby’s head (the bedclothes should be at the level of the torso and tucked under the mattress

stretched under the mattress, if possible dress the baby well and do not use blankets);

– The temperature of the room does not need to be very high.

– Never leave the baby alone in bed if there is a risk that he could turn over in a dangerous position;

Baby Led Weaning (BLW)

O que é o Baby Led Weaning?

Baby Led, significa guiada pelo bebé e Weaning significa desmamar, ou seja, o bebé mostra sinais de que está preparado para adicionar novos alimentos além do leite materno ou equivalente, dito de alguma forma, são os primeiros sinais de desmame de um bebé. 

Não significa que o bebé deve ser desmamado, muito pelo contrário, o leite materno deve ser o principal alimento dos bebés no seu primeiro ano de vida, mas mostra que se está a preparar para diversificar a sua alimentação.  Mesmo os bebés que não são amamentados beneficiam deste método, e neste caso o leite artificial deverá constituir a principal fonte de nutrientes no primeiro ano de vida.

O BLW incentiva a autonomia dos bebés durante as refeições.

O termo refere-se a uma alimentação sem a utilização de colheres ou papinhas, guiada pelo bebé. Mas é muito mais do que isso! É uma filosofia de vida, uma maneira de estar. Mais do que não oferecer comida em puré, o BLW pressupõe que as refeições sejam realizadas em família. Sem o “agora vou despachar o bebé para depois comermos nós”. A hora da refeição deve ser um momento de convívio, boa disposição, tranquilidade e comunicação em família.

 

No  BLW o bebé está sempre no controlo. A comida é-lhe oferecida e ele escolhe o que come. Os alimentos não lhe são colocados na boca nem nas mãos. As sopas em puré entram no BLW quando a criança tiver a capacidade de manusear a colher e dessa forma conseguir alimentar-se de forma autónoma.

Pontos-chave :

– Recomendado após os 6 meses de idade (ter em atenção a individualidade de cada bebé)

– A criança escolhe o que come e a quantidade que come;

– Os pais devem estar atentos aos sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos, o que geralmente pode acontecer entre os 6- 9 meses; 

Sinais de que o bebé está preparado para a introdução de alimentos: 

– O bebé consegue ficar sentado com apoio;

– O bebé consegue agarrar os alimentos, levá-los à boca e mastigar 

– Já desapareceu o reflexo de extrusão da língua



Baby Led Weaning (BLW)

What is it?

Baby Led, means that the baby leds the meal time and weaning means the baby shows signs that it is ready to add new foods other than breast milk or equivalent, said in some way, these are the first signs of weaning a baby. 

It does not mean that the baby should be weaned, quite the contrary, breast milk should be the main food of babies in their first year of life, but it does show that they are getting ready to diversify their diet.  Even babies who are not breastfed benefit from this method, in which case formula should be the main source of nutrients in the first year of life.

BLW encourages babies’ autonomy at mealtimes.

The term refers to feeding without the use of spoons or baby food, guided by the baby. But it is much more than that! It is a philosophy of life, a way of being. More than not offering pureed food, BLW assumes that meals are taken as a family. Without the “now I’m going to take care of the baby so we can eat later”. Mealtimes should be a time for socializing, good moods, calmness, and family communication.

In BLW, the baby is always in control. The food is offered to him and he chooses what he eats. Food is not put in his mouth or in his hands. Pureed soups come into BLW when the child is able to handle the spoon and is therefore able to eat independently.

Key points :

– Recommended after 6 months of age (be aware of the individuality of each baby)

– The child chooses what and how much to eat;

– Parents should watch for signs that baby is ready for the introduction of food, which can usually happen between 6- 9 months; 

Signs that baby is ready for the introduction of food: 

– Baby can sit up with support;

– He can hold food, put it in his mouth, and chew it. 

– The tongue extrusion reflex is gone

Relactação

O que é relactação?

É uma técnica utilizada na amamentação para estimular a produção de leite ou complementar a alimentação do bebé, quando, por algum motivo, a mãe não pode ou não consegue amamentar naturalmente.

A técnica é bem simples: uma sonda é acoplada a um recipiente que contenha leite – de preferência o materno, único alimento que deve ser oferecido às crianças até que completem 6 meses, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

No entanto, nos casos em que não é possível fazer a extração, dá para usar leite artificial ou em pó adequada à idade do bebé. A ponta da sonda é fixada no seio materno, junto ao mamilo, para que o bebé sugue os dois ao mesmo tempo. Geralmente, o recipiente com o leite, que pode ser uma espécie de bolsa (Sistema de Nutrição Suplementar) ou um biberão, colocado numa posição ligeiramente superior, pode estar apoiado no peito da mãe ou sobre o ombro da mãe para ajudar o leite a descer com mais facilidade. Assim, enquanto o bebé faz a pega na mama da mãe, também recebe o leite que sai pela sonda. Essa sucção estimula a produção do leite materno.

É um processo que pode levar algum tempo, semanas ou meses. É importante contatar uma CAM ou Doula para apoio presencial e esclarecimentos que sejam adequados às especificidades de cada mãe e cada bebé. 



Relactation

What is relactation?

It is a technique used in breastfeeding to stimulate milk production or supplement the baby’s diet when, for some reason, the mother cannot or cannot breastfeed naturally.

The technique is quite simple: a tube is attached to a container that contains milk – preferably breast milk, the only food that should be offered to children until they are 6 months old, according to the recommendations of the World Health Organization (WHO). 

However, in cases where extraction is not possible, artificial or powdered milk suitable for the baby’s age can be used. The tip of the tube is attached to the breast, close to the nipple, so that the baby sucks both at the same time. Generally, the container with the milk, which can be a kind of pouch (Supplementary Nutrition System) or a bottle, placed in a slightly higher position, may be resting on the mother’s breast or on the mother’s shoulder to help the milk go down more easily. Thus, while the baby latches on to the mother’s breast, it also receives the milk coming out through the tube. This sucking stimulates the production of breast milk.

It is a process that can take some time, weeks or months. It is important to contact a CAM or Doula for face-to-face support and clarifications that are appropriate to the specifics of each mother and baby.

Curso Doula no Aleitamento Materno

Descrição

Um curso muito completo, com sete módulos, num total de 100h de formação, orientadas por 4 formadoras.

Duas doulas e conselheiras em aleitamento materno com largos anos de experiência, uma médica de família e aromaterapeuta e a presença da fundadora da Rede Portuguesa de Doulas, a Doula Luísa.

Este curso tem como objetivo fornecer conhecimentos dos aspetos técnicos e práticos necessários para que a Doula possa promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Desejamos não só promover o aleitamento materno pela sua importância na sobrevivência da espécie humana, mas também saber como avançar nos desafios, distinguir nesses desafios a chave para o sucesso, seja qual for o objetivo de quem está a dar de mamar.
Porque amar é muito semelhante a mamar, mas apenas quando vamos de encontro às necessidades de cada pessoa, em respeito, consideração e na promoção da paz entre todxs.

Objetivos do Curso

Fornecer informação precisa e atualizada sobre amamentação baseado em evidências científicas.
Promover e divulgar o papel da doula no acompanhamento perinatal em Portugal, como uma frente de ação na humanização do parto e nascimento em Portugal.
Apoiar as mulheres e seus companheiros/as a viverem experiências de parentalidade, seguras, satisfatórias e enriquecedoras.
Promover o desenvolvimento pessoal de cada Doula, reforçando a sua autoestima e valor próprio.

Destinatários e pré-requisitos

Pessoas com ou sem formação na área, mães, pais e/ou profissionais de saúde.

Próximas datas:

Formato Online: 5 e 6 de fevereiro 2022

Programa do Curso:

  • Conceito de Amamentação
  • Recomendações da OMS
  • Comunicação e Aconselhamento – Competências de comunicação
  • Vertente Bio-Psico-Social do Aleitamento Materno
  • Nutrientes e suas funções
  • Fisiologia do aleitamento materno
  • Influências culturais e sociais no aleitamento materno
  • Influência das Práticas de Parto no Aleitamento Materno
  • A importância das hormonas no Aleitamento Materno
  • Práticas de apoio ao aleitamento materno
  • Relactação 
  • Alojamento Conjunto (Co-Sleeping)
  • Fisiologia da lactação e técnicas de amamentação
  • Avaliação e observação do processo de amamentação
  • Introdução da Alimentação Complementar
  • Baby Led Weaning
  • A aromaterapia no aleitamento materno e nos cuidados ao bebé com a Dra. Esther de Leon Rodriguez
  • E muito mais!

Datas dos módulos:

1° módulo: O que faz a Doula no aleitamento materno (5 e 6 fevereiro 2022)
2° módulo: Amamentação vs Aleitamento Materno (5 e 6 março 2022)
3° módulo: Anamnese e Trabalho Emocional (2 e 3 abril 2022)
4° módulo: A aromaterapia no aleitamento materno e nos cuidados ao bebé (7 e 8 maio 2022)
5° modulo: Plano de aleitamento (4 e 5 junho 2022)
6° modulo: Introdução da Alimentação Complementar – Baby Led Weaning (3 e 4 setembro 2022)
7° modulo: Avaliação de conhecimentos (8 e 9 outubro 2022)

Inscrição

220 euros por módulo.

A inscrição inclui o curso, material informativo em suporte digital, um Manual da Doula no Aleitamento Materno, apoio contínuo por parte das formadoras, tanto online como presencial. A inscrição só é válida após o pagamento ou da totalidade do curso (nesse caso tem um desconto de 5%), ou do valor do 1º módulo (220 euros), ou de um sinal (50 euros) para garantir a  vaga. O restante deverá ser pago até 10 dias antes de cada módulo.

Para emissão de certificado e exercício de atividade de Doula, é necessário completar todos os módulos, incluindo a Avaliação de Conhecimentos.
Tenham atenção que 30 a 60 dias antes do curso, normalmente, já não temos vagas.
Antes do curso serão adicionadas/os ao grupo de trabalho no whatsapp, e poderão também aceder ao canal de Telegram Biblioteca da DAM.

Descarregue o flyer do curso aqui!